
Um breve comentário acerca do feminicídio da colega no Estado de Rondonia na cidade de Porto Velho
A violência contra a mulher ou qualquer outro ser humano, ou animal, poderia e deveria ser, em menor escala nos dias de hoje.
Bastava a sociedade brasileira saber escolher seus governantes, e seus parlamentares. Tudo isso é fruto de Leis benevolentes, direitos humanos acima dos deveres humanos. Fragilidade na aplicação dos castigos ao infrator, seja maior de idade ou adolescente.
A consciência da impunidade aliado ao dês governo, alimentou a besta fera que há no ser humano.
Hannah Arendt (1961), foi precisa ao descrever a violência e crueldade vivida no período nazista, e a crueldade com que Adolf Eichmann ( 1961), tratou os prisioneiros e judeus, ela afirmou: "..., como pessoas comuns podem cometer atrocidades imensas ao seguir ordens burocráticas sem reflexão crítica ou questionamento moral. Arendt argumentou que o mal não é necessariamente demoníaco, mas sim irreflexivo, tornando-se "banal" quando integrado à rotina",
Ou seja, a rotina do mal e banalização do crime contra a pessoa nos dias atuais, remota ao pensamento analítico se Arendt.
É necessário, urgentemente, que a sociedade brasileira, e porque não dizer, a sociedade baiana por exemplo; adote medidas sociais contra a banalização dos direitos humanos face aos deveres humanos.
Nada que for dito em memória à colega, vai minimizar a violência no estado onde o fato ocorreu, se não for adotado mais rigidez na aplicação das leis.
Todavia, pau que dá em Chico dá em Francisco.
Assim como foi lá pode ser aqui.
(*) Elias John Ivo
- IPC/Ba - Aposentado
- Mestre em Ciências da Educação - ULHT - Lisboa/Portugal.
- Psicopedagogo - Facinter/ Curitiba/PR.
- Pedagogo - UNEB
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