
Todos os ministros do Supremo Tribunal Federal, antes de assumirem o cargo, são sabatinados pelo Senado Federal e, em sendo aprovados, passam a ocupá-lo. Interessante lembrar que, apesar de se tratar de uma corte jurídica, com o status de juiz, o postulante não precisa ser magistrado, advogado registrado na Ordem e nem mesmo bacharel em Direito. Isso mesmo: a lei diz que é necessário ter notório conhecimento jurídico e reputação ilibada, apenas isso. Na história do STF, o ministro Barata Ribeiro, formado em Medicina, ocupou o cargo, pois tratava-se de um abolicionista e defensor do regime republicano, além de ter sido prefeito do Distrito Federal.
Hoje, a Corte é composta por dois magistrados de carreira, Luiz Fux e Flávio Dino. Entretanto, no que tange à reputação ilibada e ao notório conhecimento jurídico, os onze ocupantes do privilegiado cargo ficam a desejar, incluindo-se comunista declarado, advogado de ladrão, advogado de facção criminosa, grileiro e advogado de bandidos, ex-terrorista — tem de tudo que não presta um pouco.
O STF se tornou o guardião dos interesses pessoais da esquerda, atuando na área da saúde, da educação, principalmente da política, do meio ambiente etc., menos da justiça.
O grande erro de Jair Bolsonaro foi, no começo de sua gestão, não ter dissolvido o STF, além de ter infantilmente "jogado nas quatro linhas". Hoje paga o preço de não ter tido pulso firme e de ter ficado brincando de ser presidente, discutindo com jornalistas da Globo, enquanto Alexandre de Moraes crescia e legislava em seu lugar, impedindo nomeações e, na pandemia, determinando tudo o que podia e não podia, enquanto o presidente ficava de moto ou jet ski parecendo um idiota. O discurso de Bolsonaro foi um, e quando assumiu a presidência foi outro.
Em momento algum fortaleceu as forças policiais. Se ele tivesse feito 10% do que fez e faz o presidente de El Salvador, Bukele, com certeza o Brasil não teria visto um ladrão condenado sair da cadeia para "retornar à cena do crime".
Até o último instante, no debate dos presidenciáveis, Bolsonaro foi incompetente e inocente ao aceitar debater com um ladrão em um circo armado por William Bonner e a Rede Globo. Bolsonaro subestimou o diabo, dizendo que Lula estava sepultado politicamente, e agora paga caro por tamanha inocência, enquanto o povo brasileiro honesto, livre e de bons costumes encontra-se, no mínimo, decepcionado com tanta imaturidade de toda a equipe dos políticos de direita, que agem poupando os lobos e sacrificando as ovelhas.
Bel. Luiz Carlos Ferreira de Souza - Brasileiro, baiano, casado, 63 anos, Servidor público aposentado pelo Estado da Bahia, Residente no Rio Grande do Sul e Rubro-negro das antigas.
Formação Acadêmica:
# Mestrando em Políticas Públicas (em andamento)
# Pós-graduado em Ciências Criminais, Política e Estratégia
# Acadêmico em Direito
# Acadêmico em História
# Técnico em Redator Auxiliar
Atuação Profissional:
Colunista da PÁGINA DE POLÍCIA – Analista de Segurança Pública, políticas criminais e questões jurídico-sociais.
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Perfil Profissional:
Especialista em segurança pública e políticas criminais, com ampla experiência em análise jurídico-social e estratégias de políticas públicas. Sua trajetória acadêmica e profissional é marcada pelo compromisso com a justiça social, a valorização das instituições de segurança e a crítica construtiva às estruturas de poder. Suas colunas abordam temas urgentes, como a desvalorização salarial de policiais, a eficiência das políticas de segurança e os desafios do sistema judiciário brasileiro.
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