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DESNAZIFICAÇÃO NO BRASIL

Por que no Brasil não deu certo? Brasil, ame-o, e pague impostos e mais impostos, ou deixe-o. O Paraguai é logo ali, com um regime tributário conhecido como “regra do 10-10-10”, que é considerado altamente competitivo na região.

Carlos Nascimento
Por: Carlos Nascimento Fonte: por Bel LUIZ CARLOS FERREIRA
11/01/2026 às 11h44
DESNAZIFICAÇÃO NO BRASIL

Buscando informações e consequentemente conhecimento histórico, podemos observar que após a segunda grande guerra mundial, e efetivamente na Alemanha, quando ocorreu a queda de Hitler, ocorreu um fenômeno chamado desnazificação, o qual consistia basicamente em eliminar a influência da ideologia nazista, e remover pessoas ligadas a Hitler de posições de poder.

Os principais líderes nazistas foram levados a julgamento, nos Julgamentos de Nuremberg, por crimes de guerra, crimes contra a humanidade e conspiração para cometer crimes contra a paz.

Milhares de membros do Partido Nazista foram demitidos de cargos públicos na administração, judiciário, educação e economia. O objetivo era substituir todos os que aparelhavam o sistema nazista, por indivíduos que apoiassem regras democráticas.

Os Aliados, assim que eram denominados, usaram questionários detalhados para classificar os adultos alemães em diferentes categorias de culpabilidade (de infratores graves a seguidores) e aplicar sanções apropriadas.

Símbolos nazistas foram removidos de espaços públicos, e materiais de propaganda nazista, como livros e jornais, foram proibidos. A população foi confrontada com a extensão das atrocidades cometidas, especialmente as cenas dos campos de concentração, para combater a ideologia.

Dissolução de Organizações: O Partido Nazista e suas organizações afiliadas foram declarados ilegais e dissolvidos.

Embora a desnazificação tenha tido graus variados de rigor nas diferentes zonas de ocupação aliada e enfrentado desafios burocráticos, ela representou uma tentativa abrangente de erradicar o nazismo da sociedade alemã no pós-guerra.

No Brasil, passamos por uma verdadeira cleptocracia, com escândalos diversos como mensalão, petrolão, culminando com a operação lava-jato, onde diversos membros do governo foram presos por fraudes, corrupção, lavagem de dinheiro, etc, e a investigação chegou ao líder da organização criminosa, o ex-presidente Lula, que foi julgado e condenado por nada mais nada menos que onze juízes, em três instâncias, sendo encarcerado e posteriormente "descondenado", por um único ministro do STF, Edson Fackin, que foi guinado ao poder por seu grupo político.

Mesmo o ex-presidente Jair Bolsonaro conseguido chegar ao poder, não teve força ou mesmo competência de fazer a desnazificação do partido dos trabalhadores, deixando instituições completamente aparelhadas, inclusive a alta corte jurídica do país.

Os alemães souberam como se deveria tratar pessoas nocivas a sociedade, dando-lhes um julgamento justo, porém com a força da reprimenda da lei. Aqui no Brasil, infratores, marginais, como José Dirceu, Genoíno, Cabral, Vaccari, Geddel, e tantos outros, além do chefe da quadrilha, Lula, estão todos soltos e livres, inclusive cometendo novos delitos, como o atual "roubo dos aposentados".

A ingenuidade de Jair Bolsonaro em "jogar nas quatro linhas", lhe custou um preço caríssimo, pois a volta da quadrilha ao poder, lhe tirou o maior bem jurídico, a liberdade, e consequentemente estão retirando o seu maior bem, a vida.

O plano de governo do chefe da quadrilha, Lula, é tão somente o que ele mesmo prometeu: "se eu voltar ao poder, vou me vingar de um por um dos que agora estão me julgando", e como um bom bandido, está cumprindo à risca a sua promessa, e contando com a ajuda do seu fiel aliado, o ministro psicopata Alexandre de Moraes, ex-advogado do PCC.

Brasil, ame-o, e pague impostos e mais impostos, ou deixe-o. O Paraguai é logo ali, com um regime tributário conhecido como "regra do 10-10-10", que é considerado altamente competitivo na região, enquanto no Brasil possui um sistema tributário complexo, com uma carga tributária bruta que atingiu 32,32% do PIB em 2024.

Sobre o autor:

(*) Luiz Ferreira é articulista e analista político, com atuação voltada à leitura crítica da história política brasileira contemporânea. Acompanha de forma permanente os movimentos ideológicos, as relações de poder e os impactos das decisões governamentais na vida da sociedade. Seus textos priorizam a análise histórica, o debate público e a formação de opinião, com foco no interesse do cidadão comum.

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Bel LUIZ CARLOS FERREIRA
Bel LUIZ CARLOS FERREIRA
Luiz Carlos Ferreira - Brasileiro, baiano, casado, servidor público aposentado, torcedor do vitória, residente no Rio Grande do Sul, Bacharel em Direito, com formação técnica em redator auxiliar, acadêmico em História, pós graduado em Ciências Criminais, política e estratégia e mestrando em políticas públicas.
E-mail: lcfsferreira@gmail.com | facebook.com/LcfsFerreira
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