
Confesso que me divirto com Flávio Bolsonaro.
O primogênito do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro anda dizendo que o Brasil "não vive uma democracia plena". Esquece da trama golpista de 8 de janeiro de 2023.
Diz que está tudo "dominado" pelo governo, inclusive o TSE. Ora, ora, a instância máxima da Justiça Eleitoral é presidida pelo ministro kassio Nunes Marques e tem André Mendonça, o terrivelmente evangélico, como vice. Ambos indicados pelo pai Bolsonaro, que se encontra em prisão domiciliar.
O número 1 é engraçado.
Não sei dizer se ele acha graça dele mesmo.
Espelho, espelho meu, existe alguém mais engraçado do que eu?
(Coluna Wense, sábado, 7 de novembro de 2026).
Sobre o autor:
(*) MARCO WENSE é advogado e articulista político itabunense, com coluna diária - COLUNA WENSE -, publicada no PÁGINA DE POLÍCIA e em diversos sites. Seus textos combinam linguagem acessível com rigor argumentativo, sempre marcados por um tom crítico, combativo e atento às questões sociais.
Atua na defesa dos direitos dos trabalhadores, denuncia privilégios e excessos do poder e cobra, de forma constante, o respeito à Constituição. Sua coluna tem forte repercussão regional e circulação nos meios políticos, alcançando inclusive gabinetes do Legislativo municipal, estadual e federal.

