
O NOVO MOMENTO POLÍTICO E A FORÇA DA DEMOCRACIA
Mergulhados ainda nos desenrolar das eleições de 2026 e suas conseqüências desastrosas quando o assunto é democracia, o que nos faz refletir os diversos comportamentos que se apresentaram, independente em quem votamos individualmente, não podemos deixar de lado os últimos acontecimentos pós resultado das urnas, ensejando na fuga do candidato perdedor do país, demonstrando seu total despreparo político, sua falta de respeito com seus eleitores, sem educação, e o pior de tudo, covarde ao se colocar como o pior exemplo, principalmente para os seus seguidores, e por último se colocando no lugar de analfabeto funcional ao utilizar a IA para redigir cartas direcionadas ao seu público como forma de justificar sua covardia, recheadas de “erros crasso”, tendo que mudar seu teor por quatro vezes, demonstrando sua incapacidade de releitura, interpretação e revisão de texto, considerando sua proposição de ser presidente de um país da importância do nosso, fortalecido pelo fato de sua fuga sem precedente, já que não existia nenhuma ameaça imediata contra o ele, até mesmo judicial, tendo se assustado apenas com a possibilidade de ter seus passaportes detidos, ficando assombrado pelas diversas possibilidades de ser pego na rede de escândalos financeiros e de corrupção que vem sendo investigados, portanto o ex candidato na verdade é um fugitivo da polícia, e conseqüentemente da justiça, totalmente desvinculado da retórica de perseguido político, estamos vivenciando um novo estágio da história onde a população brasileira perceberá que política se discute e se vive, e o povo tem voz sim, e cada voto tem valor, a política é gerida pela sociedade organizada, o poder está concentrada nas mãos do povo.
O DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA POLÍTICA E O EMPODERAMENTO POPULAR
É fato que a partir desse novo momento cada cidadão tenha descoberto o que quer dizer “indivíduo político”, devendo mudar sua visão sobre a interferência nas questões que influenciarão no seu modo de vida e sobrevivência, além de recuperar seu entendimento e percepção da sua força política, através dos movimentos sociais e coletivos a fim de apresentarem propostas ou combaterem desmandos políticos na condução de projetos e propostas nas casas legislativas e até mesmo no judiciário, se colocando com capacidade de reverter situações que a primeira vista lhe pareçam impossíveis, inaugurando uma nova era de consciência política brasileira, com uma união coletiva em torno de objetivos comuns da sociedade, e nesse momento histórico ficou demonstrado que o povo brasileiro evoluiu politicamente, principalmente as classes sociais menos favorecidas e excluídas.
Precisamos a partir desse momento nos empoderarmos politicamente e despirmos as vertesse do medo na forma de conduzirmos nossos destinos, compreendendo que um novo tempo se aproxima, novas atitudes serão exigidas, teremos que estar prontos para essa nova realidade, o de participar das tomadas de decisões a qual seremos convocados, temos que ser políticos e demonstrar nossa vontade e demandas, o congresso terá que legislar em favor do povo, porque foi pra isso que foram eleitos, de agora em diante vamos mudar a forma de fazer política nesse país, a política não é dos políticos e sim uma vontade outorgada da vontade que emana do povo, lembre-se que fomos nós que os elegemos e devem prestar conta a sociedade, acabou a era que os congressista faziam o que queriam por vontade pessoal e de grupos econômicos e mais recente grupos religiosos e ideológicos, sem retorno ou satisfação para sociedade, vamos ficar vigilantes e prontos a nos levantar a todo momento que nossa vontade esteja em perigo, seja qual for a pauta.
REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL: UMA PAUTA QUE EXIGE ATENÇÃO
Uma das pautas em voga é a redução da maior idade penal, se caracterizando como um dos maiores crimes direcionado a nossa juventude, se isso ocorre estamos jogando ladeira abaixo nossos jovens, nos alijando da responsabilidade de formá-los, ampará-los, conduzi-los, orientá-los, oportunizá-los, educando esses jovens, se opondo a sua criminalização precoce, com o argumento de melhoria da segurança pública, o que é um grande equivoco, trarei alguns argumentos com base em estatísticas como segue;
OS DADOS SOBRE A PARTICIPAÇÃO DE ADOLESCENTES NA CRIMINALIDADE
“No Brasil, partidários da redução da maioridade costumam citar crimes violentos praticados por adolescentes para defender a medida. Mas, segundo dados da Secretaria Nacional de Segurança Pública, jovens entre 16 a 18 anos são responsáveis por apenas 0,9% dos crimes no Brasil. A taxa cai para 0,5% se considerarmos somente homicídios e tentativas de homicídio.”
“O problema é que estes adolescentes só ganham visibilidade quando praticam um delito. O mesmo não ocorre quando sua cidadania não é garantida. Durante a audiência, Eufrásia Maria Souza, coordenadora de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente da Defensoria Pública, alertou que 88% das crianças e adolescentes são vítimas de crimes, apenas 11% são autores.”
“No Brasil, partidários da redução da maioridade costumam citar crimes violentos praticados por adolescentes para defender a medida. Mas, segundo dados da Secretaria Nacional de Segurança, jovens entre 16 a 18 anos são responsáveis por apenas 0,9% dos crimes no Brasil. A taxa cai para 0,5% se considerarmos somente homicídios e tentativas de homicídio.”
FONTE:
EDUCAR SIM, CRIMINALIZAR NÃO
Portanto devemos seguir atentos, essa é uma forma de tumultuar a PEC da segurança pública, fiquemos muito atentos. “Educar Sim, Criminalizar Não”.
Marcos Antônio de Souza.
SOBRE O AUTOR
Formado em Licenciatura Plena em Educação Física – UCSAL
Investigador de Polícia Civil da Bahia
Mestre em Segurança Pública, Justiça e Cidadania - UFBA
Especializações: Metodologia do Ensino Superior - FESP/UPE
Especialização em Prevenção da Violência, Promoção da Segurança e da Cidadania – UFBA
Especialização em Planejamento Estratégico – ADESG
Especialização em Inteligência Estratégica – ADESG
Gestão da Investigação Policial, do Programa de Desenvolvimento Permanente para Gestores da P. Civil e da P. Técnica – Fundação Luís Eduardo Magalhães/Academia de Polícia Civil.
DADOS SOBRE A MAIORIDADE PENAL
No Brasil, partidários da redução da maioridade costumam citar crimes violentos praticados por adolescentes para defender a medida. Mas, segundo dados da Secretaria Nacional de Segurança Pública, jovens entre 16 a 18 anos são responsáveis por apenas 0,9% dos crimes no Brasil. A taxa cai para 0,5% se considerarmos somente homicídios e tentativas de homicídio.

