
A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio do Programa de Fortalecimento das Redes de Inclusão e Atenção à Saúde (Proredes), realizou, nessa quinta-feira, 5, a missão de supervisão no Hospital do Câncer de Sergipe (HCS) e na obra do Complexo Materno-Infantil Nossa Senhora de Lourdes, ambas unidades localizadas no bairro Capucho, em Aracaju. O objetivo da visita técnica foi acompanhar o cumprimento da proposta inicial referente ao Ambiental, Social e Governança (ESG) com o Banco Internacional de Desenvolvimento (BID).
A missão de supervisão acontece durante três dias de forma online e presencial, e acompanha as obras do Proredes. A primeira etapa contou com a apresentação de todas as atividades e monitoramento da área Ambiental e Social, tanto do Complexo Materno-Infantil, quanto da obra de contrapartida do Hospital do Câncer. No encerramento, será verificado o sistema de reclamações e queixas, determinando quais serão as próximas missões, os monitoramentos e indicadores a serem avaliados ao longo de mais um ano.
“Essa visita é para garantir que estamos fazendo tudo o que é necessário e também se estamos cumprindo tudo o que foi acordado no início desse investimento”, enfatizou a diretora operacional da Secretaria de Estado da Saúde, Jurema Viana.
Para a coordenadora geral do Proredes, Socorro Xavier, essa visita reforça o compromisso do Estado com a qualidade das obras. "O Proredes é um programa que tem uma parceria internacional junto ao BID. Hoje recebemos a especialista em ESG, que é gestora ambiental e social. Na parte social, foi acompanhado como é feito o trabalho junto com os colaboradores. Já na área ambiental, foi observada a sustentabilidade necessária da obra durante toda a sua execução", explicou.
A execução do projeto do Complexo Materno-infantil segue em ritmo acelerado e a missão de supervisão verificou alguns aspectos importantes da obra que já concluiu os serviços de terraplanagem e deu início às novas etapas da construção.
“Nos aspectos socioambientais, analisamos também a questão do plano de trânsito. Então, placas de sinalização, toda a higiene, saúde e segurança do trabalhador com uso de EPI [Equipamento de Proteção Individual], com uso de EPC [Equipamento de Proteção Coletiva]. Verificamos também a questão de vestuário, das salas administrativas, de banheiros", explicou a especialista ambiental e social pelo Proredes, Heloísa Thaís.
A profissional ainda conplementou sobre a sustentabilidade da obra para a comunidade e para o futuro. "Verificamos também a questão de vestuário, das salas administrativas, de banheiros. Trabalhamos questão de gênero, ações socioeducativas, não só com os colaboradores das obras, mas também com a comunidade do entorno, fazendo assim uma relação de pertencimento entre a comunidade e a obra, deixando a obra mais sustentável para que as futuras gerações possam usufruir do que a gente ainda tem de socioambiental no nosso planeta", disse.









