
JOHN WAYNE ATACA DE NOVO
EUA está promovendo outro 11 de setembro no seu próprio território, lubrificando um bumerangue após a sua recorrente agressão bélica contra o mundo, desta vez contra o Irã, no sábado 28 de fevereiro, junto ao seu sócio, o Estado sionista terrorista de Israel. EUA e Israel assassinam, promovem genocídios, estruturam e aperfeiçoam a sua umbilical máquina de guerra com a qual pretendem continuar submetendo o planeta aos seus diabólicos desígnios de sangue e destruição, “em nome da paz”. Quantos mortos serão necessários desta vez para que a corrida eleitoral de Trump e de Netanyahu, sejam coroadas este ano com novas presidências do terror?
Diante da constante moderação pragmática da Rússia e da China, e das monótonas e insignificantes condenas e solicitações de paz de governos e organizações mundiais, qual será a resposta possível do país de origem persa, muito além das represálias imediatas já acontecidas visando bases militares norte-americanas nos países vizinhos Catar, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Omã e Bahrein?
Imerso num conflito social pavoroso - incentivado pelos EUA - do governo do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país por quatro décadas, agora morto pelos bombardeios assim como o ex-presidente Mahmoud Ahmadinejad e vários chefes militares, qual será a resposta, repito, de um país com condições de defesa frente a esta nova agressão, embora no vácuo de poder institucional atual? A explosiva situação social e econômica do Irã ofereceu de bandeja ótima oportunidade a ansiada intervenção ianque/israelita, cujo petróleo (4to produtor mundial), programa nuclear e posição estratégica no Estreito de Ormuz, uma rota marítima crucial localizada entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã por onde passa o 20 % do comércio mundial, são objeto da cobiça e foco de destruição do Império, do seu protegido Israel e dos seus aliados do Oriente Médio.
Da mesma forma que Israel recentemente trucidou milhares de crianças na Palestina, o governo Trump bombardeou uma Escola em Teerã matando 85 crianças e professoras, além de tantas outras centenas de mortes num fim de semana trágico, motivo de comemoração para os psicopatas senhores das “guerras preventivas” de Washington.

O ator norte-americano John Wayne (1907-1979) ícone do cinema em filmes de faroeste e de guerra, símbolo dos EUA, da Anglo América, o mais famoso republicano de Hollywood, conservador, defensor do Comitê de Atividades Antiamericanas, anticomunista acérrimo e membro destacado da Associação Nacional da Carabina, codirigiu, em 1968, o único filme americano que apoiou a Guerra de Vietnam, “Os Boinas Verdes”. Falecido em 1979, ano da eclosão da Revolução Islâmica no Irã, hoje ataca de novo.
Carlos Pronzato
carlospronzato@gmail.com
(*) Publicado no Jornal A Tarde, edição de 03.03.2026

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