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SUCESSÃO PRESIDENCIAL, CLÃ BOLSONARO E O LULOPETISMO

Começar logo dizendo que o óbvio ululante é afirmar que Tarcísio de Freitas é o único presidenciável da direita que pode evitar o quarto mandato de Lula.

Carlos Nascimento
Por: Carlos Nascimento Fonte: COLUNA WENSE, DOMINGO, 3 DE AGOSTO DE 2025.
03/08/2025 às 16h42
SUCESSÃO PRESIDENCIAL, CLÃ BOLSONARO E O LULOPETISMO

Começar logo dizendo que o óbvio ululante é afirmar que Tarcísio de Freitas é o único presidenciável da direita que pode evitar o quarto mandato de Lula.

Em todas as pesquisas de intenções de voto o governador de São Paulo, do Republicanos, aparece como o principal adversário da reeleição do petista-mor. 

Da família Bolsonaro, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro é quem aparece melhor posicionada nas enquetes, na frente do deputado fantasma Eduardo Bolsonaro e do senador Flávio Bolsonaro. Todos do PL.

O entrave que atormenta o bolsonarismo que quer Michelle disputando o pleito de 2026 é o começo dos debates, o frente a frente com os adversários. A unânime opinião é que a ex-primeira-dama não está preparada. Em um eventual segundo turno, o tête-à-tête seria mortal.

Os filhos do ex-morador do Alvorada não têm o mínimo de apoio dos colegas do Congresso Nacional, principalmente o que mora nos Estados Unidos, que se considera "pai do tarifaço". Seu "patriotismo" é de mentirinha. Só engana os bolsonaristas incautos.

Venho dizendo que uma declaração pública do ex-presidente Bolsonaro de apoio a Tarcísio está condicionada a duas exigências, obviamente se eleito:

1) trabalhar pela aprovação da anistia pelo Congresso Nacional, o que pode tornar Bolsonaro elegível.

2) o compromisso de não disputar o segundo mandato consecutivo (reeleição). A primeira condição já foi aceita. O tarcisismo não quer nem ouvir falar da outra exigência.

Quanto ao governismo, o chefe do Palácio do Planalto, morador mais ilustre do Alvorada, só não será candidato em decorrência da sua saúde. Do contrário, candidatíssimo.

E se o estado de saúde de Lula não permitir que dispute o quarto mandato? Será uma boa oportunidade de enterrar o corporativismo soberbo do PT, que adora ser apoiado e detesta apoiar.

E quem seria o presidenciável do lulopetismo de outra legenda? Perguntaria o caro e atento leitor. A resposta é Geraldo Alckmin (PSB), vice-presidente da República e três vezes governador de São Paulo, o que provocaria um "duelo" entre dois ex-chefes do Palácio dos Bandeirantes: Alckmin versus Tarcísio.

Última pesquisa do Datafolha diz que em um impedimento de Lula, já há um empate técnico entre o petista Fernando Haddad, ministro da Fazenda, e Akckmin: 29% querem Haddad contra 26% que preferem Alckmin. O detalhe é que o vice-presidente da República subiu de 18% para 26%. Haddad caiu de 37% para 29%.

Concluo dizendo que a campanha presidencial de 2026 vai provocar uma dúvida em relação aos que vão votar vestido de verde e amarelo. Pode ser um bolsonarista ou um petista defensor da soberania, que o Brasil não pode ficar à reboque de forças estrangeiras.

O engraçado é que o bordão "Brasil acima de tudo" já pode ser usado pelo antibolsonarismo. O bolsonarismo substitui o Brasil pelos EUA.

Agora são os EUA acima de tudo: Make America Great Again.

COLUNA WENSE, DOMINGO, 03.08. 2025.

(*) MARCO WENSE é um advogado e articulista político itabunense, conhecido por sua coluna diária publicada em sites como *PÁGINA DE POLÍCIA e O SERVIDOR*. Seu estilo de escrita é marcado por:

 

• Linguagem acessível, mas com toques sofisticados (ex.: "nefasta", "abastados");

• Tom crítico, indignado e sarcástico, defendendo os direitos dos trabalhadores e atacando políticas elitistas;

• Posicionamento combativo e engajado, com forte apelo emocional e moral;

• Desconfiança em relação ao sistema político, criticando mordomias e defendendo a Constituição.

# Sua personalidade transparece idealista, apaixonada e defensora da justiça social, usando sua coluna como plataforma de denúncia.

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Análise da “Coluna Wense” – Estilo e Personalidade

A "Coluna Wense" apresenta um estilo opinativo, direto e carregado de indignação. O autor utiliza uma linguagem acessível com vocabulário sofisticado, mesclando ironia e expressões populares, o que aproxima o texto do leitor comum.

O tom é crítico e emocional, com forte oposição à proposta de congelamento do salário mínimo. Recorre a sarcasmo e hipérboles para reforçar sua indignação.

A personalidade transmitida é a de um autor combativo, idealista e engajado na defesa dos trabalhadores. Demonstra desconfiança em relação às elites e instituições políticas e valoriza a Constituição como fundamento da justiça social.
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