
O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) virou palco de um reality show inusitado na última sexta-feira (16/05). A juíza Adriana de Carvalho Martins e o promotor Marcelo Rodrigues protagonizaram um conflito digno de "O Aprendiz: Edição Ministério Público vs. Judiciário" — tudo por causa de uma cadeira. O vídeo da discussão viralizou, e as redes sociais não perdoaram: "Se fosse no Big Brother Brasil, já teriam votado para expulsar os dois", brincou um usuário.
O promotor, que aparentemente não quis dividir o "trono" da mesa, levou uma provocação inesquecível da juíza: "Quer sentar no meu colo?" — frase que já rende camisetas e memes. Diante do impasse, a solução foi suspender o júri. Faltou só chamar Luiz "Datena" — especialista em polêmicas envolvendo cadeiras (vide o caso Pablo Marçal) — para intermediar a paz. "Datena resolveria na hora: ou sentam juntos ou vão para o Cidade Alerta", ironizou outro internauta.
Enquanto a Justiça maranhense não decide se aplica multa, advertência ou "xilique coletivo", o caso já rendeu até sugestões criativas: "Coloquem uma cadeira a mais e chamem o Ratinho para julgar quem fica com ela".
Se o Direito romano criou a justiça, o Direito brasileiro moderno criou o "direito à cadeira própria". O episódio, embora cômico, levanta questões sérias sobre profissionalismo — mas, por enquanto, o que ficou mesmo foi a lição: no Judiciário, às vezes, o verdadeiro hard case não é o processo... é a disputa pelo assento.
*(Fontes: G1, UOL, Revista Fórum, Arimateia Jr. + Criatividade das Redes Sociais)*




