
A Prefeitura de Alagoinhas realizou, na última quinta-feira, 9, mais uma ação do Programa Consultório na Rua, iniciativa da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) que amplia o acesso aos serviços de saúde para pessoas em situação de vulnerabilidade. A estratégia leva atendimento diretamente aos locais onde essa população se encontra, garantindo assistência mais próxima, humanizada e integrada.
A equipe multidisciplinar, composta por enfermeira, técnica de enfermagem, assistente social e educador social, percorreu as regiões dos bairros Alagoinhas Velha, Praça Kennedy e Centro, realizando os atendimentos, além de escuta qualificada, orientações em saúde, curativos e avaliação das necessidades de cada usuário.
Com base em um mapeamento das áreas de maior necessidade, as equipes da Sesau realizam abordagens em pontos estratégicos. Quando necessário, os usuários são encaminhados para unidades da Rede Municipal de Saúde, onde dão continuidade ao tratamento e aos atendimentos especializados.
De acordo com a coordenadora do programa Consultório na Rua, Liana Cajado, o objetivo é garantir o cuidado contínuo e facilitar o acesso dessa população aos serviços públicos de saúde. “Nosso trabalho é oferecer uma escuta qualificada e construir um vínculo de confiança para garantir a continuidade do cuidado à população em situação de rua. Não se trata de um atendimento pontual, mas de uma assistência permanente. Levamos para as ruas os serviços da Atenção Primária à Saúde e aquilo que não conseguimos resolver diretamente, articulamos com toda a rede municipal para encaminhar o usuário e seguimos acompanhando esse processo”, explicou.
A enfermeira da equipe, Joelice Santos, destaca que o atendimento vai além dos primeiros cuidados prestados durante as abordagens. “Nós vamos até onde o paciente está, realizando os primeiros atendimentos. Além disso, contamos com uma unidade de saúde de referência, que funciona como base de apoio para a equipe itinerante. É nesse espaço que os usuários podem realizar exames, consultas e acompanhamentos contínuos, sempre que houver necessidade de um atendimento mais especializado”, afirmou.




