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Teatro Tobias Barreto receberá concerto de estreia da Orquestra do Brasil Nordestino nesta quarta-feira, 11

Apresentação gratuita integra ações viabilizadas pela Política Nacional Aldir Blanc

Redação
Por: Redação Fonte: Secom Sergipe
09/02/2026 às 16h23
Teatro Tobias Barreto receberá concerto de estreia da Orquestra do Brasil Nordestino nesta quarta-feira, 11
Apresentação gratuita integra ações viabilizadas pela Política Nacional Aldir Blanc // Fotos: Pritty Reis

O Teatro Tobias Barreto receberá, nesta quarta-feira, 11, às 20h, o concerto de estreia da Orquestra do Brasil Nordestino, novo grupo sinfônico formado por músicos da região e dedicado à valorização da identidade musical nordestina. A apresentação tem entrada gratuita e integra ações viabilizadas pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), com apoio do Governo de Sergipe, por meio da Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap) e da Secretaria de Estado da Cultura (Secult).

Formada por cerca de 60 músicos nordestinos, a Orquestra do Brasil Nordestino tem direção artística e regência do maestro Felipe Harder. A proposta do grupo é ampliar e descentralizar a produção sinfônica no país, construindo uma linguagem orquestral brasileira ancorada nas matrizes culturais do Nordeste, com repertório que dialoga entre a música de concerto e as expressões populares.

Para o maestro Felipe Harder, a estreia no Teatro Tobias Barreto tem um significado especial. “O Teatro Tobias Barreto é o templo da música sergipana, com acústica excelente, conforto e estrutura impecáveis, um palco incrível para revisitar como maestro, agora na inauguração de um novo patrimônio cultural que nasce em Sergipe”, afirma.

O concerto inaugural reúne obras de compositores brasileiros influenciadas pela identidade nordestina, além de adaptações sinfônicas de canções populares. A apresentação contará com a participação do cantor e compositor Neu Fontes como solista convidado, além das participações especiais de Andressa Souto, Kesia Rodrigues e Lucas Campelo.

O maestro Felipe Harder destaca ainda a importância das políticas públicas culturais para a criação e circulação de projetos orquestrais fora do eixo tradicional da música de concerto. “Um projeto desse tamanho só pode acontecer com o apoio e a atuação de órgãos imprescindíveis para a cultura sergipana. Uma orquestra não nasce sem a união de forças e o esforço pessoal de todos os envolvidos, músicos e gestores. Esse projeto não passaria de um sonho impossível sem a Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura. O esforço contínuo do Governo de Sergipe é o combustível para que iniciativas como essa possam existir, ofertar concertos gratuitos à população e levar a cultura nordestina a outros lugares do Brasil”, completa.

Fotos: Pritty Reis
Fotos: Pritty Reis
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