
Os partidos não podem tratar os candidatos, mais especificamente os que vão disputar o Parlamento estadual, de maneira diferenciada, principalmente em relação a ajuda para a campanha via fundo eleitoral. Candidatos x,y e z têm que ter a mesma atenção, já que a votação de um ajuda para que o outro seja eleito.
Postulantes à Assembleia Legislativa do Estado, com domicílio eleitoral em Itabuna, estão recebendo tratamento VIP por parte do comando estadual das agremiações partidárias. Informações dão conta de regalias e privilégios para alguns candidatos, o que não é justo.
O princípio da isonomia não pode ser violado. A seletividade afronta a imprescindível equidade.
(COLUNA WENSE, QUARTA-FEIRA, 12 DE AGOSTO DE 2026).
Sobre o autor:
(*) Marco Wense é advogado e articulista político itabunense, com coluna diária - COLUNA WENSE -, publicada no Página de Polícia e em diversos sites. Seus textos combinam linguagem acessível com rigor argumentativo, sempre marcados por um tom crítico, combativo e atento às questões sociais.
Atua na defesa dos direitos dos trabalhadores, denuncia privilégios e excessos do poder e cobra, de forma constante, o respeito à Constituição. Sua coluna tem forte repercussão regional e circulação nos meios políticos, alcançando inclusive gabinetes do Legislativo municipal, estadual e federal.




