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A FALTA DE RESPEITO, VULNERABILIDADE E INSEGURANÇA NO TRABALHO.

O impacto do abandono institucional na Bahia e no serviço público estadual, refletindo na saúde, na segurança e na qualidade do atendimento à população. por Marcos Antônio de Souza

Carlos Nascimento
Por: Carlos Nascimento Fonte: por MARCOS ANTÔNIO DE SOUZA
18/12/2025 às 10h36 Atualizada em 18/12/2025 às 11h16
A FALTA DE RESPEITO, VULNERABILIDADE E INSEGURANÇA NO TRABALHO.

A falta de respeito pelas instituições, por uma parte daqueles que se aproveita de suas vulnerabilidades sociais, vem colocando em riscos profissionais dedicados ao atendimento desses grupos, que da mesma forma também se encontram em vulnerabilidade institucional devido ao abandono e precariedade de seus locais de trabalho, gerando situações de insegurança se tornando reféns do medo.

Com isso o serviço público prestados por esses profissionais vem sendo realizados de forma precária, com situações de insegurança na tomada de decisão, onde impera o medo das opiniões públicas, onde impera o desconhecimento do serviço e das situações, causando um surto de doença mental e depressão nos servidores públicos, além dos receios e constrangimentos causados pelas corregedorias, ou dos afastamentos.

Esses problemas estão crescendo de tal forma, que vem atingindo não só o servidor, mas o próprio serviço público prestado. Ocorrendo no conjunto dos serviços prestados pelas secretarias de educação, saúde e até de segurança pública, com diversos ocorridos em escolas, postos de saúde e delegacias, essas com uma grande incidência de invasões repentinas, causando constrangimentos institucionais e funcionais de seus servidores, os quais muitas vezes colocam-se em situações vexatórias naquilo que sua função requer, defesa do patrimônio público, de sua integridade física e de outrem, principalmente por essas unidades não disporem de efetivo adequado para seu funcionamento, ficando os poucos policiais em situação de perigo e insegurança, principalmente em delegacias de áreas conflagradas e alto fluxo de atendimento.

Para ilustrar a situação não basta escolas serem invadidas no intuito de agredir professores e funcionário, os quais se tornam reféns da violência e insegurança, também da inércia administrativa pela falta de apoio e de acolhimento desses funcionários, tratados muitas vezes como se lá estivesse por acaso, um visitante qualquer sem nenhum vinculo com a unidade escolar, daí o número de professores licenciados por depressão e doenças mentais. Seguidos pelos profissionais da saúde, lotados em postos e hospitais de grande rotatividade.

E não diferente dos demais estão os profissionais da segurança pública lotados em delegacias, como a unidade de itapuã, que teve no ultimo dia (16) onde foram surpreendidos por um usuário, que aos murros arrombou as portas da unidade e tentou agredir os plantonistas que realizavam o atendimento, olha que estamos falando de policiais e de uma delegacia, poderia ter ocorrido um incidente grave. 

Precisamos cuidar mais de nossos servidores públicos.

(*) Marcos Antônio de Souza.

# Investigador de Polícia Civil da Bahia

+ Formado em Licenciatura Plena em Educação Física – UCSAL

+ Mestre em Segurança Pública, Justiça e Cidadania - UFBA

+ Especializações: Metodologia do Ensino Superior - FESP/UPE

+ Especialização em Prevenção da Violência, Promoção da Segurança e da Cidadania – UFBA

+ Especialização em Planejamento Estratégico – ADESG

+ Especialização em Inteligência Estratégica – ADESG

+ Gestão da Investigação Policial, do Programa de Desenvolvimento Permanente para Gestores das  P. Civil e Técnica – FLEM/ACADEPOL.   

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Nadson Há 4 semanas BaSim é a pura verdade essa matéria! Precisamos como funcionários públicos sermos mais assistidos pelas autoridades e nossos governantes. Precisamos de maiores condições de trabalho, material humano mesmo, para podermos desempenhar um atendimento de qualidade. A bem da verdade já foram feitos muitos investimentos porém o funcionarismo público ainda carece de atenção no que se refere ao atendimento nas repartições públicas em especial nas delegacias de polícia.
Sérgio Pinheiro Há 1 mês Lauro de Freitas Esse descaso pelo servidor só tem 23 anos. Vai melhorar.
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MARCOS ANTÔNIO DE SOUZA
MARCOS ANTÔNIO DE SOUZA
MARCOS ANTÔNIO DE SOUZA - Licenciatura Plena em Educação Física/UCSAL, Investigador de Polícia Civil/BA, Pós Graduado em Metodologia do Ensino Superior - FESP/UPE, Mestre em Segurança Pública Justiça e Cidadania/UFBA.

Especializações: Prevenção da Violência, Promoção da Segurança e da Cidadania - UFBA, Planejamento Estratégico - ADESG, Especialização em Inteligência Estratégica - ADESG, Gestão da Investigação Policial, do Programa de Desenvolvimento Permanente para Gestores da PCBA e DPT.
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