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Encontro Estadual reúne pessoas vivendo com HIV e fortalece protagonismo e adesão ao tratamento

O evento destacou direitos, deveres e fluxos de atendimento

Redação
Por: Redação Fonte: Secom Sergipe
11/09/2025 às 23h47
Encontro Estadual reúne pessoas vivendo com HIV e fortalece protagonismo e adesão ao tratamento
Atividade reuniu lideranças de organizações da sociedade civil que representam pessoas vivendo com HIV e Aids (PVHA) / Fotos: Ascom/SES

A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Fundação Estadual de Saúde (Funesa) e da Escola de Saúde Pública de Sergipe (ESP-SE), realizou nesta quinta-feira, 11, o Encontro Estadual de Pessoas Vivendo com HIV e Aids (PVHA). O objetivo da iniciativa foi incentivar o protagonismo e a participação social das pessoas vivendo com HIV, estimulando a adesão ao tratamento e fortalecendo a rede de cuidado.

A atividade reuniu lideranças de organizações da sociedade civil que representam pessoas vivendo com HIV e Aids (PVHA). Durante o encontro, foram abordados temas como direitos, deveres, qualidade de vida e os fluxos de atendimento nos serviços de saúde de referência, a exemplo do Hospital Universitário (HU) e do Centro de Especialidades Médicas de Aracaju (Cemar).

A responsável técnica da SES para o atendimento de gestantes e crianças com HIV/Aids, a fisioterapeuta sanitarista Jôse Calasans, ressaltou que o encontro amplia a escuta e valoriza a vivência das pessoas que convivem com o vírus. “Esse é um espaço anual, que acontece duas vezes por ano, e que permite compartilhar experiências reais de quem vive com HIV. Falamos sobre direitos, deveres e fluxos de atendimento, mas, sobretudo, aprendemos com os relatos dessas pessoas, que trazem uma perspectiva única sobre o cuidado e a importância de manter-se indetectável para garantir qualidade de vida”, destacou.

Já a farmacêutica do Hospital Universitário, Michelle Menezes, reforçou a relevância de alinhar informações diretamente com o público-alvo. “Encontros como esse são fundamentais porque aproximam a gestão dos serviços das pessoas que convivem com HIV. Além de esclarecer os fluxos de atendimento, esses momentos ajudam a reduzir o estigma, melhorar a adesão ao tratamento e captar novos pacientes que, muitas vezes, desconhecem o diagnóstico. É também uma oportunidade de ouvir expectativas, identificar dificuldades e buscar soluções conjuntas para aprimorar o atendimento”, afirmou.

Responsável técnica da SES para o atendimento de gestantes e crianças com HIV/Aids, Jôse Calasans
Responsável técnica da SES para o atendimento de gestantes e crianças com HIV/Aids, Jôse Calasans
Farmacêutica do Hospital Universitário, Michelle Menezes
Farmacêutica do Hospital Universitário, Michelle Menezes
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