
"Era bom que tivesse um corruptômetro, escandômetro ou um nojodômetro", obviamente que o simpático Zé Beré está se referindo a corrupção, aos escândalos e a nojeira que tomou conta do pleito presidencial de 2026.
Que coisa, hein!
Chegou ao ponto do vitorioso da sucessão, no que diz respeito à odienta polarização, ser o candidato que perder para o outro nesses três ítens, podendo ser ele mesmo o protagonista ou pessoas muito próximas.
E assim caminha a República Federativa do Brasil, chafurdada no lamaçal. A pocilga vai terminar pequena.
(Coluna Wense, 4 de agosto de 2026)
Sobre o autor:
(*) Marco Wense é advogado e articulista político itabunense, com coluna diária - COLUNA WENSE -, publicada no Página de Polícia e em diversos sites. Seus textos combinam linguagem acessível com rigor argumentativo, sempre marcados por um tom crítico, combativo e atento às questões sociais.
Atua na defesa dos direitos dos trabalhadores, denuncia privilégios e excessos do poder e cobra, de forma constante, o respeito à Constituição. Sua coluna tem forte repercussão regional e circulação nos meios políticos, alcançando inclusive gabinetes do Legislativo municipal, estadual e federal.




