
Me perguntam por que o PP, União Brasil e Republicanos, legendas que integram o chamado centrão, tomaram a decisão de neutralidade na sucessão presidencial.
A resposta é vapt-vupt, sem pestanejar: a disputa pelo cargo mais cobiçado do Poder Executivo está acirrada, deixando o resultou imprevisível.
Se Lula estivesse com uma boa vantagem sobre Flávio Bolsonaro, mais especificamente no segundo turno, o centrão faria a opção por Lula. Se a frente fosse de Flávio, os três partidos apoiariam o número 1. As lideranças do centrão vão sentar no colo do vencedor.
A missão é ser governo em qualquer governo.
É usufruir das benesses inerentes ao poder.
(Coluna Wense, sábado, 1 de agosto de 2026).
Sobre o autor:
(*) Marco Wense é advogado e articulista político itabunense, com coluna diária - COLUNA WENSE -, publicada no Página de Polícia e em diversos sites. Seus textos combinam linguagem acessível com rigor argumentativo, sempre marcados por um tom crítico, combativo e atento às questões sociais.
Atua na defesa dos direitos dos trabalhadores, denuncia privilégios e excessos do poder e cobra, de forma constante, o respeito à Constituição. Sua coluna tem forte repercussão regional e circulação nos meios políticos, alcançando inclusive gabinetes do Legislativo municipal, estadual e federal.




