
O que se comenta é que nos bastidores, longe dos holofotes e do povão de Deus, se discute um movimento em torno de um "pacto de não agressão".
O lulopetismo e o netismo ficariam em silêncio diante dos fatos que atingem lideranças das duas correntes políticas.
O pacto é assentado no ditado popular "quem tem telhado de vidro não atira pedra no do vizinho".
O deputado Rosemberg Pinto (PT), líder do governo no Parlamento estadual, parece desconhecer o tal do acordo, já que chamou ACM Neto de "ACM Pôncio Pilatos Neto".
Daqui a pouco vem a oposição e chama o governador de "Jerônimo Pôncio Pilatos Rodrigues".
A principal consequência desse pacto de não agressão, se é mesmo que existe, é o crescimento do "não vou votar em ninguém".
COLUNA WENSE, SEGUNDA-FEIRA, 20 DE JULHO DE 2026.
Sobre o autor:
(*) Marco Wense é advogado e articulista político itabunense, com coluna diária - COLUNA WENSE -, publicada no Página de Polícia e em diversos sites. Seus textos combinam linguagem acessível com rigor argumentativo, sempre marcados por um tom crítico, combativo e atento às questões sociais.
Atua na defesa dos direitos dos trabalhadores, denuncia privilégios e excessos do poder e cobra, de forma constante, o respeito à Constituição. Sua coluna tem forte repercussão regional e circulação nos meios políticos, alcançando inclusive gabinetes do Legislativo municipal, estadual e federal.




