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Crise no SINDPOC: denúncia sobre prestação de contas é protocolada no Ministério Público

CONFIRA VÍDEO: Um grave episódio envolvendo a gestão do SINDPOC (Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia) foi levado ao conhecimento do Ministério Público da Bahia (MP-BA).

Carlos Nascimento
Por: Carlos Nascimento Fonte: Editoria de Polícia
29/03/2026 às 11h21 Atualizada em 29/03/2026 às 19h31
Crise no SINDPOC: denúncia sobre prestação de contas é protocolada no Ministério Público

Investigador de Polícia,aposentado Ildécio Fonseca, membro da comissão fiscalizadora, aponta falta de transparência e recusa do presidente em realizar assembleia para prestação de contas.

Um grave episódio envolvendo a gestão do SINDPOC (Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia) foi levado ao conhecimento do Ministério Público da Bahia (MP-BA). Ildécio Fonseca, investigador de polícia aposentado e membro da comissão eleita para fiscalizar as contas da entidade, protocolou uma denúncia formal na sede do órgão, no bairro de Nazaré, em Salvador.

Em depoimento, Fonseca explicou que a comissão, após concluir a análise financeira, notificou o presidente do sindicato para que este convocasse uma assembleia geral. O objetivo seria apresentar o relatório final aos filiados, garantindo a transparência exigida na administração dos recursos sindicais.
No entanto, segundo o membro da comissão, o presidente ignorou a notificação e não convocou a assembleia para a prestação de contas. Diante dessa recusa e da falta de diálogo, a comissão não viu outra alternativa senão recorrer ao Ministério Público para protocolar a representação por irregularidades nas contas do SINDPOC.

CONFIRA VÍDEO:

Nos bastidores da entidade, o episódio já gera forte repercussão, especialmente por ocorrer às vésperas das eleições sindicais. Em mensagens trocadas entre membros da categoria, surgiram manifestações defendendo que tudo será esclarecido no Ministério Público. Em uma das mensagens, o presidente afirma que o período eleitoral estaria sendo marcado por ataques e acusações, e que a diretoria apresentará sua versão dos fatos aos órgãos competentes.

Por outro lado, também há posicionamentos no sentido de que a situação ultrapassa o campo político ou eleitoral. Para alguns membros da categoria, a denúncia feita por integrantes da própria estrutura do sindicato torna o caso ainda mais grave, pois coloca sob suspeita a gestão da entidade e exige esclarecimentos urgentes. Há quem defenda que a situação não deve ser tratada apenas como disputa sindical, mas como um caso que precisa ser investigado com rigor, diante da responsabilidade que o sindicato representa para toda a categoria policial civil.

Entre policiais aposentados e antigos dirigentes, o sentimento relatado é de tristeza e preocupação com a imagem da entidade, que historicamente foi considerada uma das principais trincheiras de luta e representação dos policiais civis da Bahia. Para esses membros, independentemente de posições políticas ou eleitorais, a prioridade deve ser o esclarecimento dos fatos e a preservação da credibilidade da instituição.
As imagens que acompanham a denúncia mostram Ildécio Fonseca entregando a documentação, incluindo uma peça com a palavra “DENÚNCIA” em destaque, simbolizando o pedido formal de investigação.

Para o investigador aposentado Crispiniano Daltro, a ação da Comissão Fiscalizadora reforça a importância da transparência e da responsabilidade na gestão dos recursos que pertencem a toda a categoria dos policiais civis. Com o protocolo da denúncia no Ministério Público, o caso deverá passar por análise e eventual investigação. A expectativa agora é que todos os fatos sejam devidamente esclarecidos, garantindo transparência, responsabilidade e a preservação da credibilidade da entidade sindical perante seus filiados e a sociedade.

Segundo ele, a partir do encaminhamento da denúncia ao Ministério Público, os fatos passaram a ser analisados também pela Comissão Fiscalizadora e Apuradora, constituída com o objetivo de investigar a situação de forma ampla. Ressalta ainda que toda a atual diretoria, os que saíram e até mesmo os que renunciaram também deverão ser investigados, pois somente assim será possível chegar aos verdadeiros responsáveis pelos prejuízos e identificar os verdadeiros inimigos da categoria policial civil

O também Investigador Luiz Carlos Ferreira, comentou: É isso aí, a categoria possui inúmeros policiais HOMENS como H maiúsculo, ILDÉCIO FONSECA é sem dúvidas um exemplo de moralidade, e respeitado por toda a categoria. Precisamos cobrar, agir, lutar por DIGNIDADE, a qual o presidente do sindicato, vendeu à varejo e à atacado para o governo da Bahia.

O Investigador Chico Denriara, pré candidato à presidencia do Sindicato, publicou em grupos de policiais um print de parte do Estatuto da entidade, vide abaixo, tambem comentou:

"O maior escárnio com a nossa categoria é saber que quem deveria defender nossos direitos e dignidade se aproveita dos nossos recursos."

Vide abaixo o Vídeo em que o  membro da comissão fiscalizadora, aponta falta de transparência e recusa do presidente em realizar assembleia para prestação de contas. 

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Crispiniano Daltro Há 2 meses SSAFinalmente irão surgir nomes dos responsáveis pela vinculação e conluio do Sindpoc desde 2008, a esse governo, sob o controle do PT e Partidos aliados da esquerda esquartejada,tais como PSB,PSD,PDT PSOL e outros que vem atrasando a progressão dos policiais civis, principalmente ao enquadramento da graduação superior, consequentemente, a remuneração Federalizada, aos cargos da PCBA, como os DPCs e DPC/DF. Tudo por falta da independência sindical. Sindpoc não deve ter lado, nem líderes partidários
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