

Primeiro LIRAa de 2026
Com o objetivo de mapear a infestação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, a Secretaria Municipal de Saúde, por meio do Centro de Controle de Endemias, está realizando desde o dia 9 de março, o primeiro Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa), metodologia que permite a identificação de focos e áreas de risco.
Realizada em 81 bairros da cidade, a pesquisa é importante para direcionar ações de controle vetorial e mobilização social, classificando o risco em baixo, médio ou alto. “Nessas localidades, os agentes entram em um quinto das casas que são sorteadas pelo programa do Ministério da Saúde. É um trabalho de extrema importância e precisamos que os moradores permitam a entrada do agente”, esclareceu o coordenador de Endemias, Renato Freitas.
Renato explica que é com base no resultado desse levantamento que são desenvolvidas as ações de controle do Aedes aegypti. “Por exemplo, o uso das ovitrampas (armadilhas) e o serviço de visita casa a casa, onde aplicamos larvicida nos depósitos de água. Cada pessoa deve fazer sua parte: não deixar tanques ou tonéis destampados. Se não houver larva, não tem mosquito; e sem mosquito, não há transmissão de dengue”.
O agente de endemias, Lourenço dos Santos Costa, durante a pesquisa no loteamento Senhorinha Cairo, lembrou que no momento das visitas nas casas, eles também orientam os moradores sobre os cuidados para evitar a proliferação do mosquito. “Eu procuro fazer um trabalho bem minucioso, pois sabemos que a dengue pode se expandir rapidamente. A nossa meta é a conscientização. O morador precisa entender que o fechamento das caixas d’água e o descarte correto de materiais recicláveis são medidas que salvam vidas. Se a população abraçar essa causa conosco, conseguiremos baixar os índices. É uma questão de saúde pública e de educação”. .




