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Bombeiras de Sergipe são campeãs nacionais em competição que simulou ocorrência de incêndio

CBMSE foi a única corporação a subir no pódio nas três edições da competição

Redação
Por: Redação Fonte: Secom Sergipe
04/11/2025 às 13h49
Bombeiras de Sergipe são campeãs nacionais em competição que simulou ocorrência de incêndio
Fotos: Ascom/CBMSE

As bombeiras de Sergipe são as campeãs nacionais em uma competição que simulou o atendimento a ocorrência de incêndio com vítima. Intitulada “Bombeiras de Garra”, a competição aconteceu no último dia 30, durante o Encontro Nacional de Bombeiras (ENBOM 2025), em Curitiba, no Paraná. O retorno das campeãs foi marcado por homenagens na manhã desta terça-feira, 4, no Quartel Central do Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe (CBMSE).  

O comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe (CBMSE), coronel Fábio Cardoso, destacou a relevância do momento.“Essa é uma conquista que nos orgulha e nos inspira. Nosso estado passa a ser uma referência nacional e hoje já somos em diversas áreas. Esse resultado monstra o preparo físico, técnico, a competência das nossas bombeiras em desenvolver as suas atividades no dia a dia, que elas estão prontas para desempenhar suas funções da forma que a sociedade sergipana espera”, afirmou.

A equipe sergipana foi formada pela tenente Joana Andrade, cabo Leilane Cunha e soldados Cintia Larissa e Nathalia Dória. Elas foram as mais rápidas entre as 14 equipes de todo o país, completando a prova em 4 minutos e 37 segundos, sendo que as demais ultrapassaram os 6 minutos. Essa é a terceira edição da competição e nas duas primeiras as sergipanas ficaram na segunda colocação. “Esse resultado representa o resultado de disciplina, determinação e oportunidade. Além disso, atribuo essa vitória às pessoas que acreditaram em nós desde o início, mesmo quando nós mesmas duvidávamos”, ressaltou a cabo Leilane.

Ter uma rede de apoio foi fundamental para esse resultado, como considerou a tenente Andrade. “Quero agradecer ao comandante, coronel Fábio, pelo apoio e oportunidade. À subcomandante, coronel Maria Souza, e à tenente-coronel Jeane Lisboa, que são grandes incentivadoras e buscaram proporcionar todas as condições para nossa participação. Aos nossos treinadores, subtenente Roberto Bastos e soldado Matheus Vieira, por pensarem nas melhores estratégias. Às minhas companheiras de equipe, que estão sempre dispostas e unidas, querendo dar o melhor. E aos familiares e amigos, por todo o apoio e torcida", pontuou.

A soldado Cintia falou sobre o histórico da equipe. “Eu e a cabo Leilane participamos das três edições. A tenente Andrade e a soldado Nathalia de duas. Sergipe foi o único estado do país a estar no pódio das três edições da competição. Conseguimos a prata por 2 anos consecutivos e fomos muito felizes com esse resultado. Esse ano fomos para a prova com o foco em trazer a medalha de ouro para casa”, contou.

Prova e treinamentos

A prova contou com cinco fases. A primeira foi de equipagem, quando as bombeiras colocam todo os equipamentos de proteção individual, totalizando um peso extra de cerca de 35 kg. Na segunda fase elas montam a linha de mangueira e realizam o combate ao incêndio. A terceira simula a passagem por um local com obstáculos, rastejando. Na quarta elas localizam a vítima e realizam o transporte da mesma por 20 metros. Já na quinta é realizado o arrombamento de uma porta e transporte da vítima por mais dez metros até o local seguro, encerrando a prova.  

Esse ano a novidade na prova foi o arrombamento de porta. “A cada desafio, nossos treinadores ajustaram os treinos para adequar da forma mais real. Conseguimos uma porta similar à da prova para treinar o arrombamento e isso fez toda diferença. Além da amizade e companheirismo que carregamos na equipe. Esse resultado é a consagração de um processo de muita doação, treino e amizade. Esse ouro foi construído a muitas mãos”, disse a soldado Nathalia. 

O subtenente Roberto Bastos treina a equipe desde a primeira edição. “Buscamos extrair o melhor das competidoras em cada fase da prova, aproveitando as habilidades de cada uma e a equipe tem uma sintonia muito boa. Elas abdicaram de muitas coisas para treinar para essa competição”, apontou. Já o soldado Matheus Vieira falou do sentimento que resume essa história de dedicação e vitória. “O sentimento é de gratidão e a sensação de dever cumprido”, completou. 

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