
A CPMI do INSS, que tem como relator o deputado Alfredo Gaspar (União-AL), vai terminar atingindo o petismo e o bolsonarismo.
Gaspar declarou que as investigações "terão como marco inicial o ano de 2015". A roubalheira nas pensões e aposentadorias começou lá atrás, no então governo Dilma Rousseff (PT).
Depois da desastrosa gestão Dilma Rousseff (2011-2016), que terminou sendo afastada pelo instituto do impeachment, assumiu o vice Michel Temer (2016-2018). Para o lulopetismo, o que houve foi um golpe, sendo Temer o principal protagonista.
Jair Messias Bolsonaro, um deputado federal do baixo clero, se candidata e sai vitorioso do pleito presidencial. Governa de 2019 a 2022. Se candidata à reeleição, mas é derrotado por Lula, o petista-mor.
Portanto, passa a ser necessário e imprescindível, para que a CPMI do INSS ganhe credibilidade, que se convoque todos os ministros da Previdência Social dos governos Dilma, Temer, Bolsonaro e de Lula.
Quais serão as consequências da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que vai apurar a roubalheira no dinheiro dos aposentados? Perguntaria o caro e atento leitor.
A resposta está na expressão "das duas, uma". Ou não vai dá em nada ou vai atingir todos os governos, de Dilma Rousseff, passando por Temer, Bolsonaro e Lula. Em relação às correntes políticas, o lulopetismo e bolsonarismo, já que não existiu o, digamos, temismo.
Alguém tem alguma notícia de quem está na cadeia em decorrência da CPMI da Covid-19? Confesso que não tenho essa informação.
Nos bastidores, longe dos holofotes e do povão de Deus, o que se comenta é que está em curso, dando os primeiros passos, um "acordão" envolvendo o lulismo e bolsonarismo, um "vamos deixar pra lá'.
No frigir dos ovos, a CPMI do INSS vai terminar se transformando em um palanque, principalmente para os parlamentares que vão se candidatar à reeleição, seja para à Câmara dos Deputados ou Senado.
Lulistas e bolsonaristas vão virar fervorosos adeptos do ditado popular de que "quem tem telhado de vidro não joga pedra no telhado dos outros".
A polarização no campo da política interessa ao lulopetismo e bolsonarismo. Mas no escândalo é melhor evitar.
Sem nenhuma dúvida, um bom conselho.
COLUNA WENSE, TERÇA-FEIRA, 26.08.2025.
(*) MARCO WENSE, advogado e articulista político itabunense, conhecido por sua coluna diária publicada em sites como *PÁGINA DE POLÍCIA e O SERVIDOR*. Seu estilo de escrita é marcado por:
• Linguagem acessível, mas com toques sofisticados (ex.: "nefasta", "abastados");
• Tom crítico, indignado e sarcástico, defendendo os direitos dos trabalhadores e atacando políticas elitistas;
• Posicionamento combativo e engajado, com forte apelo emocional e moral;
• Desconfiança em relação ao sistema político, criticando mordomias e defendendo a Constituição.
- Sua personalidade transparece idealista, apaixonada e defensora da justiça social, usando sua coluna como plataforma de denúncia.
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