
E o filho número 3 do ex-morador do Alvorada, deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro, que continua recebendo o salário parlamentar sem trabalhar, anda comemorando as maldades do presidente Donald Trump com o Brasil.
E mais: tem o prazer de dizer que foi o protagonista-mor, o responsável pelo tarifaço de 50% sobre os produtos brasileiros. E tem mais: que não haverá eleição para presidente da República no pleito de 2026.
E mais: a bola da vez é o Congresso Nacional. O filho número 3 ameaça com sanções David Alcolumbre (UB-AP) e Hugo Motta (Republicanos-PB), respectivamente presidentes do Senado e Câmara dos Deputados, se não pautarem o projeto da anistia, o que pode beneficiar Jair Messias Bolsonaro, o tornando elegível. Que sanções seriam essas contra Alcolumbre e Motta? A pergunta é oportuna e pertinente.
Cadê o comando nacional do União Brasil e do Republicanos? Vão deixar seus ilustres filiados sendo atacados por Eduardo Bolsonaro, o "patriota" de araque?
Uso sempre a palavra "impressionante" quando vejo cidadãs e cidadãos brasileiros vibrando com a sobretaxa trumpista, indiferentes com as consequências, sendo a maior delas o preocupante aumento do desemprego.
O bolsonarismo jogou o bordão "Brasil acima de tudo" na lata do lixo. Quem está acima de tudo são os Estados Unidos. O discurso do "patriotismo", o maior "cabo eleitoral" da eleição do então candidato Jair Messias Bolsonaro, mais eficaz do que a pregação antipetista, foi para a sarjeta.
Eduardo Bolsonaro vai se transformando no maior coveiro do bolsonarismo. Todo dia joga uma pá de cal no buraco.
Usando uma linguagem mais, digamos, lapidada, na cova, na sepultura.
COLUNA WENSE, SÁBADO, 26 DE JULHO DE 2025
(*) MARCO WENSE, advogado e articulista político itabunense, conhecido por sua coluna diária publicada em sites como *PÁGINA DE POLÍCIA e O SERVIDOR*. Seu estilo de escrita é marcado por:
• Linguagem acessível, mas com toques sofisticados (ex.: "nefasta", "abastados");
• Tom crítico, indignado e sarcástico, defendendo os direitos dos trabalhadores e atacando políticas elitistas;
• Posicionamento combativo e engajado, com forte apelo emocional e moral;
• Desconfiança em relação ao sistema político, criticando mordomias e defendendo a Constituição.
- Sua personalidade transparece idealista, apaixonada e defensora da justiça social, usando sua coluna como plataforma de denúncia.
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