
O político brasileiro que mais se preocupou com a educação foi Leonel de Moura Brizola, fundador do Partido Democrático Trabalhista (PDT).
O saudoso e inesquecível bom gaúcho tinha a educação como "a prioridade das prioridades", "o único caminho para emancipar o homem".

Oscar Niemayer criou a arquitetura dos Cieps para Brizola
Como governador do Rio Grande do Sul, 6.302 novas escolas foram construídas. Como governador do Rio de Janeiro, 500 Centros Integrados de Educação Pública (CIEPs).
Fico a imaginar qual seria a reação de Brizola, POLÍTICO com todas as letras maiúsculas, diante da perversa decisão do governo Donald Trump de proibir estrangeiros na universidade de Harvard, atingindo mais de 300 alunos brasileiros.
Brizola já teria dado várias entrevistas criticando, de maneira contundente, ao seu estilo, Donald Trump, presidente dos EUA.
Até agora nenhum pronunciamento oficial do governo Lula e nem dos senhores Hugo Motta (Republicanos-PB) e David Alcolumbre (União Brasil-AP), respectivamente presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado.
Quem saiu na frente, quebrando a omissão do Congresso Nacional, foi a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP). "O limite dado pela Justiça dos Estados Unidos contra a medida autoritária que Trump impôs a Harvard é um alívio, mas enquanto ele for presidente, esses alunos estarão em um cenário de muita ansiedade e instabilidade", disse a combativa parlamentar.
O bolsonarismo continua calado. Tem até lideranças expressivas do PL, abrigo partidário do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, que acham que a atitude de Trump foi irresponsável. Mas permanecem em silêncio para não entrar em atrito, tomar um puxão de orelha do líder-mor, que tem Donald Trump como seu "guru".
Nessas horas, Leonel de Moura Brizola faz muita falta.
Não se faz mais um Brizola como antigamente.
COLUNA WENSE, SÁBADO, 24.05. 2025.
(*) Marco Wense é um advogado e articulista político itabunense, conhecido por sua coluna diária publicada em sites como *PÁGINA DE POLÍCIA e O SERVIDOR*. Seu estilo de escrita é marcado por:
• Linguagem acessível, mas com toques sofisticados (ex.: "nefasta", "abastados").
• Tom crítico, indignado e sarcástico, defendendo os direitos dos trabalhadores e atacando políticas elitistas.
• Posicionamento combativo e engajado, com forte apelo emocional e moral
• Desconfiança em relação ao sistema político, criticando mordomias e defendendo a Constituição.
Sua personalidade transparece idealista, apaixonada e defensora da justiça social, usando sua coluna como plataforma de denúncia.
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