
Não se faz mais partido como antigamente. Enterraram o programa e o estatuto no cemitério da decepção ou, se o caro leitor preferir, jogaram na lata do lixo.
Em priscas eras, quem quisesse se filiar a uma legenda tinha que ser fiel as suas diretrizes, se identificar com a linha ideológica. Em uma linguagem mais popular, vestir a camisa do partido.
Hoje, o instrumento de negociação é a dinheirama do fundo eleitoral, o dinheiro dos cofres públicos, a promessa de um bom faz-me rir para bancar a campanha do neofiliado.
Quem não souber dançar a "música" do processo político vai ficar a ver navios. No movediço e traiçoeiro mundo da política, os menos espertos dão beliscam em azulejo.
Adeus a POLÍTICA com todas as letras maiúsculas. Agora é politicagem.
Não é ser político, é ser politiqueiro.

COLUNA WENSE, QUINTA-FEIRA, 22.05.2025.
(*) Marco Wense é um advogado e articulista político itabunense, conhecido por sua coluna diária publicada em sites como PÁGINA DE POLÍCIA e O SERVIDOR*. Seu estilo de escrita é marcado por:
• Linguagem acessível, mas com toques sofisticados (ex.: "nefasta", "abastados").
• Tom crítico, indignado e sarcástico, defendendo os direitos dos trabalhadores e atacando políticas elitistas.
• Posicionamento combativo e engajado, com forte apelo emocional e moral
• Desconfiança em relação ao sistema político, criticando mordomias e defendendo a Constituição.
Sua personalidade transparece idealista, apaixonada e defensora da justiça social, usando sua coluna como plataforma de denúncia.
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