
O socialista contou que, em 2013, teve o primeiro diagnóstico de depressão após a perda do pai, em 2012. O diagnóstico do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) ocorreu em seguida.
Alex Lima diz ainda que a campanha de 2018 o fez chegar ao seu limite físico e mental, o que culminou, em palavras dele, “em um transtorno de ansiedade generalizada”. Em 2019, o parlamentar ainda vivenciou o câncer de mama que acometeu a mãe dele.
“A pandemia piorou mais ainda a minha situação e o meu quadro”, contou. O deputado socialista disse que não teria condições objetivas para disputar novas eleições.
Lima salientou que não quer ser visto como vítima ou como coitado e nem quer gerar comoção que o faça voltar ao pleito em 2022. Ele enfatizou, porém, que trabalhará na campanha do senador Jaques Wagner (PT) ao governo e que cumprirá o papel que lhe for indicado por seu líder político, o governador Rui Costa.
O socialista disse que comunicou a decisão de não disputar a reeleição à presidente estadual do PSB, a deputada federal Lídice da Mata. Segundo Alex Lima, a parlamentar ficou “sentida” com a decisão.
Fonte: ALBA




