
Para que a direita de Itabuna não fique desanimada, mais especificamente em relação à sucessão municipal de 2028, Flávio Bolsonaro tem que sair vitorioso do pleito presidencial. Seria uma espécie de contrapeso à reeleição do governador Jerônimo Rodrigues (PT).
Do contrário, o desequilíbrio de forças, tanto no aspecto político como financeiro.
No caso da sucessão do prefeito Augusto Castro (PSD), o adversário, com o quarto mandato de Lula, terá que enfrentar três máquinas públicas: municipal, estadual e federal.
Quem ousa desafiá-las? Como não bastasse, a direita de Itabuna está literalmente dividida. É carente de uma liderança capaz de unir os dois grupos.
(Coluna Wense, 8 de outubro de 2026).
Sobre o autor:
(*) MARCO WENSE é advogado e articulista político itabunense, com coluna diária - COLUNA WENSE -, publicada no PÁGINA DE POLÍCIA e em diversos sites. Seus textos combinam linguagem acessível com rigor argumentativo, sempre marcados por um tom crítico, combativo e atento às questões sociais.
Atua na defesa dos direitos dos trabalhadores, denuncia privilégios e excessos do poder e cobra, de forma constante, o respeito à Constituição. Sua coluna tem forte repercussão regional e circulação nos meios políticos, alcançando inclusive gabinetes do Legislativo municipal, estadual e federal.
