
Muitos brasileiros ainda dão pouca importância ao ato de votar. Vou até mais longe: não têm a real dimensão do valor do seu voto para construirmos um país mais seguro, com melhor educação e condições de vida dignas.
Um Presidente da República precisa ter estatura para o cargo, ser experiente e saber lidar com as complexas questões do poder, tendo sempre como principal objetivo o seu povo — aquele que o colocou lá. Ao olhar para as opções, vejo que Flávio Bolsonaro é o que demonstra a menor estatura.
Vem de uma família com histórico de envolvimento em diversos tipos de delitos, incluindo ligações com o crime organizado.
O que esse cidadão tem a oferecer ao povo brasileiro? Será que nomeará milicianos ou parentes como ministros? assim como fez em seu gabinete quando era deputado? Será que trará um um assessor de TRUMP para chefiar a Casa Civil? O que acontecerá com as nossas empresas estratégicas, como a Petrobras, e com as nossas riquezas, como as terras raras?
E os nossos aposentados? Ele defende a desvinculação dos reajustes da aposentadoria em relação ao salário mínimo. Como essas pessoas estarão daqui a 10 anos sem um aumento digno? Ele prega um Estado mínimo, corte de impostos e, no fim, vai andar de jet-ski como o pai. Mas como sustentaremos os compromissos do país sem uma arrecadação adequada para as nossas despesas? São tantas perguntas que nos assustam! Por isso, precisamos ter responsabilidade com o nosso voto.
Eu, por exemplo, votarei em um candidato experiente, que já demonstrou sua capacidade como governante, goza da confiança da maioria dos brasileiros, impõe respeito ao país no exterior e é admirado por diversos líderes mundiais. Isso se chama estatura para o cargo — algo bem diferente de quem tem como credencial principal ter fritado hambúrguer para americanos.
O Brasil não merece passar por isso novamente. A memória do governo Collor e do governo Bolsonaro ainda é recente: uma profunda tristeza para uma nação tão linda e cheia de esperança.
Yuri Matos
matos220@gmail.com
