
Se faz urgente a alternância de comando nas agremiações partidárias. Ninguém é dono de partido, seja de esquerda, direita e suas vertentes. O exemplo-mor é PDT e PSB, respectivamente com Félix Júnior e Lídice da Mata, ambos parlamentares federais.

Fizeram um bom trabalho, mas está na hora da reflexão, da conversa com seus próprios botões. A alternância de poder é imprescindível para oxigenar o Estado Democrático de Direito.
Dos sinais de pontuação, o ponto final é o mais aconselhável.
(COLUNA WENSE, DOMINGO, 20.09.2026).
(*) MARCO WENSE é advogado e articulista político itabunense, com coluna diária - COLUNA WENSE -, publicada no PÁGINA DE POLÍCIA e em diversos sites. Seus textos combinam linguagem acessível com rigor argumentativo, sempre marcados por um tom crítico, combativo e atento às questões sociais.
Atua na defesa dos direitos dos trabalhadores, denuncia privilégios e excessos do poder e cobra, de forma constante, o respeito à Constituição. Sua coluna tem forte repercussão regional e circulação nos meios políticos, alcançando inclusive gabinetes do Legislativo municipal, estadual e federal.


