
"A gente está lidando com uma situação extremamente grave, que põe em risco a vida do paciente", diz o cirurgião Cláudio Birolini, médico do ex-presidente Bolsonaro, que não tem previsão de deixar a UTI do hospital DF Star.
Não tem mais como o ministro Alexandre de Moraes, do STF, negar um novo pedido para que o ex-chefe do Palácio do Planalto cumpra a pena em prisão domiciliar.
Politicamente falando, a permanência de Bolsonaro na Papudinha, depois da equipe médica declarar risco elevado para o paciente, seria uma pá de cal na reeleição do presidente Lula (PT).
Se Bolsonaro continuar na Papudinha e acontecer um novo problema de saúde, levando o ex-presidente a óbito, a fatura da sucessão será liquidada no primeiro turno, com a vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Deixando a política de lado, cada vez mais charfurdada na lama, seria muita irresponsabilidade de Alexandre de Moraes não atender uma nova solicitação de prisão domiciliar.
COLUNA WENSE, SÁBADO, 14.03.2026.
Sobre o autor:
(*) Marco Wense é advogado e articulista político itabunense, com coluna diária - COLUNA WENSE -, publicada no Página de Polícia e em diversos sites. Seus textos combinam linguagem acessível com rigor argumentativo, sempre marcados por um tom crítico, combativo e atento às questões sociais.
Atua na defesa dos direitos dos trabalhadores, denuncia privilégios e excessos do poder e cobra, de forma constante, o respeito à Constituição. Sua coluna tem forte repercussão regional e circulação nos meios políticos, alcançando inclusive gabinetes do Legislativo municipal, estadual e federal.
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