
Já disse aqui que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vive seu pior inferno astral, sem precedentes na sua história política.
As pesquisas apontam que o quarto mandato do petista-mor vai ficando complicado. A desaprovação ao governo aumenta a cada enquete, como consequência também a rejeição.
TIRO NO PÉ
O pior é que o lulismo vem atirando no próprio pé. O último tiro foi a homenagem que fizeram a Lula no carnaval, que terminou jogando por água abaixo todo o esforço para furar a bolha evangélica bolsonarista, sem nenhuma dúvida o grande trunfo da campanha do senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho primogênito do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro.
Outro fator que preocupa é uma eventual e significativa queda da popularidade de Lula no eleitorado nordestino, seu maior reduto eleitoral.
O ponto otimista diz respeito ao início dos debates com os candidatos. A opinião unânime no staff do PT é que Flávio Bolsonaro vai cair nas intenções de voto com o início do frente a frente com os adversários.

Em tom de ironia, os petistas ficam dizendo que o representante da direita no pleito presidencial de 2026 só pensa em duas coisas:
1) tirar o pai da prisão e torná-lo elegível.
2) trazer o irmão Eduardo Bolsonaro, hoje morando nos EUA, de volta ao Brasil.
Vamos torcer para que a disputa pelo cargo mais cobiçado do Poder Executivo não descambe para a baixaria. O povo brasileiro não merece uma eleição nivelada por baixo.
PS - O apelo por uma eleição sem baixaria, respeitando o cidadão e a cidadã, o eleitor-contribuinte, que paga o salário dos que exercem cargo público, serve também para a sucessão da Bahia, com a disputa Jerônimo Rodrigues (PT-reeleição) versus ACM Neto (União Brasil).
COLUNA WENSE, QUARTA-FEIRA, 11.03.2026.
Sobre o autor:
(*) Marco Wense é advogado e articulista político itabunense, com coluna diária - COLUNA WENSE -, publicada no Página de Polícia e em diversos sites. Seus textos combinam linguagem acessível com rigor argumentativo, sempre marcados por um tom crítico, combativo e atento às questões sociais.
Atua na defesa dos direitos dos trabalhadores, denuncia privilégios e excessos do poder e cobra, de forma constante, o respeito à Constituição. Sua coluna tem forte repercussão regional e circulação nos meios políticos, alcançando inclusive gabinetes do Legislativo municipal, estadual e federal.
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