O senador Eduardo Girão (Novo-CE), em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (2), declarou que os atos realizados no domingo (1º) em todo o país representaram uma reação popular contra decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e contra o governo federal. O parlamentar afirmou que os manifestantes cobraram investigações sobre o Banco Master e a revisão das condenações relacionadas aos atos de 8 de janeiro. Ele também disse que houve pedidos de impeachment de ministros do STF, com críticas direcionadas a Gilmar Mendes e Dias Toffoli.
— O brasileiro foi para as ruas indignado se manifestar contra esses abusos de alguns ministros da Suprema Corte deste país. Foi bonito de se ver a união da direita, que tem histórico, não são aqueles oportunistas de direita que a gente tem visto em alguns estados, inclusive no meu estado do Ceará. O brasileiro foi para as ruas, ontem, se manifestar também pelo "Fora, Gilmar". Que vergonha blindar um colega daquela forma, num malabarismo jurídico completamente estapafúrdio! Mostra que perderam pudor pelo corporativismo doentio— disse.
No mesmo discurso, Girão voltou a defender a prorrogação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS e a instalação de uma CPI para investigar o caso do Banco Master. Ele afirmou que novas informações divulgadas pela imprensa reforçam a necessidade de aprofundamento das investigações e cobrou providências da Presidência do Senado.
— Nós vamos cobrar, no limite das nossas forças, com todo o respeito, mas com toda a ênfase de quem está com sede de justiça, e acreditar na capacidade de reflexão do ser humano. Como dizia Chico Xavier, grande humanista e pacifista mineiro: ninguém pode voltar atrás para fazer um novo começo, mas todos nós — o senhor [Davi Alcolumbre], inclusive — pode começar agora a fazer um novo fim e ajudar a limpar o seu país, o nosso país, para os nossos filhos e netos — afirmou.
Após aprovação na Câmara, Senado analisará fim da escala 6x1
O Senado recebe nos próximos dias a proposta de emenda à Constituição que estabelece a jornada máxima de trabalho em 40 semanais, permitindo aos tr...
Debatedores pedem controle estatal menor em política de minerais críticos
Em debate nesta quinta-feira (28) na Comissão de Infraestrutura (CI), representantes do setor de mineração defenderam a criação da política de mine...
Licença remunerada de seis meses para servidora afastada por violência vai à CCJ
A servidora pública federal que estiver em situação de violência doméstica e familiar poderá se afastar por até seis meses do trabalho sem perder o...
CEsp aprova regras para Copa Feminina e prêmio para jogadoras pioneiras
A Comissão de Esporte do Senado (CEsp) aprovou nesta quarta (27) o projeto que estabelece regras para a Copa do Mundo Feminina de 2027, que acontec...
CDH aprova validade indeterminada para avaliação de deficiência permanente
A Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou nesta quarta-feira (27) projeto que atualiza o prazo de validade da avaliação biopsicossocial de defic...

Plano do Governo Jerônimo atribui à gestão federal a falta de investimento na segurança pública da Bahia; entenda
FAMÍLIA E PRISÃO: presença inconteste e repercussões invisibilizadas
A infraestrutura invisível da vigilância no Brasil (Parte 3): monitoramento político, dissenso e os riscos democráticos da vigilância integrada.
DADOS DO ATLAS DA VIOLÊNCIA DE 2026 EVIDENCIAM AS DINÂMICAS DA VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES NO BRASIL
PRESENÇA QUE PROTEGE E APROXIMA: O Impacto da Base Fluvial Arpão na Cidadania e Segurança das Comunidades do Solimões.




