
Eduardo Bolsonaro, filho número 3 do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, não é mais escrivão da Polícia Federal. Foi afastado por faltas não justificadas. O mesmo aconteceu em relação ao mandato de deputado federal. E ainda ficou devendo à Casa Legislativa R$ 13.941,40.
A segunda remessa de Pix dos bondosos bolsonaristas, que são considerados como o "segundo pai" do número 3 ou, se o caro e atento leitor preferir, os "padrastos", pode acontecer a qualquer momento.
Não existe nenhuma exigência quanto ao valor mínimo. Qualquer quantia é bem-vinda.
Eduardo, hoje morando nos Estados Unidos, é aquele que vibrou com o tarifaço de Donald Trump sobre os produtos brasileiros.
(Coluna Wense, sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026).
Sobre o autor:
(*) Marco Wense é advogado e articulista político itabunense, com coluna diária - COLUNA WENSE -, publicada no Página de Polícia e em diversos sites. Seus textos combinam linguagem acessível com rigor argumentativo, sempre marcados por um tom crítico, combativo e atento às questões sociais.
Atua na defesa dos direitos dos trabalhadores, denuncia privilégios e excessos do poder e cobra, de forma constante, o respeito à Constituição. Sua coluna tem forte repercussão regional e circulação nos meios políticos, alcançando inclusive gabinetes do Legislativo municipal, estadual e federal.
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