
"Quem não deve, não teme", é assim que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) devem encarar a criação de um Conselho de Ética.
A proposta é de Edson Fachin, presidente da Corte. Vale lembrar ao caro e atento leitor que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) não tem competência para fiscalizar a instância máxima do Poder Judiciário.
As duas Casas do Congresso Nacional - Câmara dos Deputados e Senado da República - têm seu Conselho de Ética, que além de zelar pelo decoro parlamentar, fica na obrigação de investigar denúncias contra os parlamentares.
O STF tem que ter seu Conselho de Ética. A proposta de Fachin é merecedora de aplausos. Do contrário, um gigantesco retrocesso se não for adiante.
(Coluna Wense, 12 de janeiro de 2026).
Sobre o autor:
(*) Marco Wense é advogado e articulista político itabunense, com coluna diária - COLUNA WENSE -, publicada no Página de Polícia e em diversos sites. Seus textos combinam linguagem acessível com rigor argumentativo, sempre marcados por um tom crítico, combativo e atento às questões sociais.
Atua na defesa dos direitos dos trabalhadores, denuncia privilégios e excessos do poder e cobra, de forma constante, o respeito à Constituição. Sua coluna tem forte repercussão regional e circulação nos meios políticos, alcançando inclusive gabinetes do Legislativo municipal, estadual e federal.
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