
Como não bastasse a Venezuela, Donald Trump diz que uma ação militar na Colômbia "soa bem". E volta a falar sobre a Groenlândia, manifestando o desejo de anexá-la aos Estados Unidos. Trump quer o controle de tudo, não importa os meios para alcançar seus objetivos.
Quando é Venezuela, Colômbia e Groenlândia nenhum motivo de preocupação. Os Estados Unidos sabem o limite das suas pretensões, onde avançar e recuar.
E a China? E a Rússia? O buraco aí é mais embaixo, como diz o ditado popular. A China, por exemplo, é o maior parceiro comercial da Venezuela. Vale a observação de que os negócios com a Venezuela estão assentados em contratos firmados a longo prazo. Assim como a Rússia. E aí vem a pertinente e oportuna pergunta: Como vai ser a conversa de Trump com Xi Jinping e Vladmir Putin?
Se não houver um entendimento entre os Estados Unidos e as duas potências, não é nada exagerado dizer que as coisas vão descambar para uma situação incontrolável, que pode levar a uma guerra envolvendo outros países.
O cenário é de muita preocupação. Donald Trump é imprevisível. Seu desejo de que os EUA tenham o domínio financeiro do mundo é uma obsessão.
Sobre o autor:
(*) Marco Wense é advogado e articulista político itabunense, com coluna diária - COLUNA WENSE -, publicada no Página de Polícia e em diversos sites. Seus textos combinam linguagem acessível com rigor argumentativo, sempre marcados por um tom crítico, combativo e atento às questões sociais.
Atua na defesa dos direitos dos trabalhadores, denuncia privilégios e excessos do poder e cobra, de forma constante, o respeito à Constituição. Sua coluna tem forte repercussão regional e circulação nos meios políticos, alcançando inclusive gabinetes do Legislativo municipal, estadual e federal.
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