
Depois que deixou de ser presidenciável, com a decisão do ex-presidente Bolsonaro de ter o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como pré-candidato do bolsonarismo à sucessão de Lula (PT-reeleição), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), deixou a demagogia, a mentira e o cinismo de lado.
Tarcísio fez duras críticas ao Propag, uma espécie de "Refis dos Estados", alongando o prazo de pagamento da dívida com o governo federal. São Paulo lidera o ranking dos Estados devedores: mais de R$ 300 bilhões.
Lembrando ao caro e atento leitor que São Paulo, com o socorro via Lei Complementar 212/2025, que criou o Propag, deixaria de pagar R$ 63 bilhões à União no decorrer do acordo.
Agora, sem mostrar nenhum constrangimento, o chefe do cobiçado Palácio dos Bandeirantes adere ao Propag. Outro lembrete é que o governo de São Paulo chegou a divulgar que ficaria fora do programa.
Até as freiras do convento das Carmelitas sabiam que a posição de Tarcísio em relação ao Propag tinha como objetivo passar para o eleitorado que poderia resolver os problemas sem a ajuda do governo federal. Ledo engano diante de uma preocupante realidade fiscal.
Além da demagogia, Tarcísio de Freitas, que continua sendo o presidenciável dos mega-empresários da Faria Lima, foi de uma inominável irresponsabilidade. Deu no que deu: se curvou ao governo Lula 3. Diria até que se ajoelhou.
Tarcísio presidenciável era uma coisa. Tarcísio só governador outra coisa. Não tem mais credibilidade para fazer discurso condenando a situação fiscal do governo Lula 3, que é muito grave.
Quem tem telhado de vidro...
Coluna Wense, 02 de janeiro de 2026
(*) MARCO WENSE, advogado e articulista político itabunense, conhecido por sua coluna diária publicada em sites como *PÁGINA DE POLÍCIA e O SERVIDOR*. *Seu estilo de escrita é marcado por:*
• Linguagem acessível, mas com toques sofisticados (ex.: "nefasta", "abastados");
• Tom crítico, indignado e sarcástico, defendendo os direitos dos trabalhadores e atacando políticas elitistas;
• Posicionamento combativo e engajado, com forte apelo emocional e moral;
• Desconfiança em relação ao sistema político, criticando mordomias e defendendo a Constituição.
- Sua personalidade transparece idealista, apaixonada e defensora da justiça social, usando sua coluna como plataforma de denúncia.
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