
A "química" entre os presidentes Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva vai ficando cada vez mais intensa. Não se esperava um rápido entendimento, até mesmo entre os mais otimistas.
Em curso, entre os dois países, um acordo de cooperação para combater o crime organizado. O principal objetivo é rastrear movimentações financeiras suspeitas de lavagem de dinheiro.
Quem não anda nada satisfeito com essa troca de "cafuné" entre Trump e Lula é Eduardo Bolsonaro, hoje morando nos Estados Unidos. Aos poucos vai percebendo que sua influência é como bolha de sabão.
O filho número 3 do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro não é mais parlamentar. O mandato foi cassado pela Câmara dos Deputados. Eduardo é aquele que se sentia honrado quando alguém dizia que era o "Pai do Tarifaço".
O retorno de Eduardo Bolsonaro ao Brasil, sem correr o risco de ser preso, fica na dependência do resultado do pleito presidencial de 2026. Se Lula for reeleito, o número 3 fica mais um bom tempo fora.
Quem acompanha a modesta Coluna Wense sabe que venho dizendo que toda essa narrativa da influência do clã Bolsonaro sobre Trump não passava de um inominável pesadelo, que mais cedo ou mais tarde a onda iria derrubar o "castelo de areia".
Deu no que deu: o presidente Donald Trump percebeu que ficar ao lado do bolsonarismo e do líder-mor, em detrimento de uma parceria histórica e bem sucedida com o Brasil, é um gigantesco e imperdoável erro.
Lula já considera Donald Trump um amigo. Se o caro e atento leitor preferir, um companheiro. "Virou meu amigo depois de um pouco de conversa", disse a maior liderança do Partido dos Trabalhadores, abreviadamente PT.
Se com pouca conversa Lula virou amigo de Trump, imagine com muita conversa, principalmente de pé de orelha. Ciro Gomes costuma dizer que Lula é um "encantador de serpentes".
COLUNA WENSE, DOMINGO, 28.12.2025
(*) MARCO WENSE, advogado e articulista político itabunense, conhecido por sua coluna diária publicada em sites como *PÁGINA DE POLÍCIA e O SERVIDOR*. Seu estilo de escrita é marcado por:
• Linguagem acessível, mas com toques sofisticados (ex.: "nefasta", "abastados");
• Tom crítico, indignado e sarcástico, defendendo os direitos dos trabalhadores e atacando políticas elitistas;
• Posicionamento combativo e engajado, com forte apelo emocional e moral;
• Desconfiança em relação ao sistema político, criticando mordomias e defendendo a Constituição.
- Sua personalidade transparece idealista, apaixonada e defensora da justiça social, usando sua coluna como plataforma de denúncia.
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