
O jornalismo político não é nenhum "bicho papão". Na verdade, é muito fácil, extremamente fácil, como diz a música de Jota Quest. O que me deixa triste, muito triste mesmo, é perceber a escassez de profissionais atuando nessa área. Sinto falta de um contraponto, de alguém que diga e escreva: “discordo de você”.
Esse confronto saudável faz bem ao debate público, enriquece a reflexão e fortalece a imprensa.

Sem essa pluralidade, a discussão política perde dinamismo, e até uma coluna simples como a minha corre o risco de parecer isolada, sem o diálogo necessário. Tenho saudades dos saudosos Eduardo Anunciação e José Adervan, que faziam do Diário Bahia e do Agora referências de um tempo em que a discordância era valorizada e o jornalismo político era mais diverso.
Hoje, às vezes me pergunto: cadê quem discorde de mim? Preciso, urgentemente, de um contraponto, de alguém que questione a Coluna Wense e me desafie a ir além.
(*) MARCO WENSE, advogado e articulista político itabunense, conhecido por sua coluna diária publicada em sites como *PÁGINA DE POLÍCIA e O SERVIDOR*. Seu estilo de escrita é marcado por:
• Linguagem acessível, mas com toques sofisticados (ex.: "nefasta", "abastados");
• Tom crítico, indignado e sarcástico, defendendo os direitos dos trabalhadores e atacando políticas elitistas;
• Posicionamento combativo e engajado, com forte apelo emocional e moral;
• Desconfiança em relação ao sistema político, criticando mordomias e defendendo a Constituição.
- Sua personalidade transparece idealista, apaixonada e defensora da justiça social, usando sua coluna como plataforma de denúncia.
Links da coluna:
(*) COLUNA WENSE circulando nos gabinetes dos deputados e senadores.
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