
Em curso, mais um escândalo, o que não é nenhuma novidade na República Federativa do Brasil. É um atrás do outro, independente do governo de plantão ser de esquerda ou direita.
Se tivesse um aparelho para medir o tamanho dos escândalos, o nome mais sugestivo é "corruptômetro". A conclusão seria de um empate entre os dois campos ideológicos. O ditado popular de que "quem tem telhado de vidro, não pode jogar pedra no telhado do vizinho", encaixaria como uma luva.
O mais recente fato, que pode se transformar em mais um escândalo, diz respeito a uma suspeita de fraude em um movimento para recolher menos tributos. Os trabalhadores estariam sendo obrigados a deixar o regime formal de emprego, assentado na CLT, para se tornarem pessoas jurídicas.
Já são contabilizados 5,5 milhões de trabalhadores que migraram da carteira assinada para a pessoa jurídica. Salta aos olhos que milhares de trabalhadores, sob pena de perder o emprego, vão aceitar a chamada "pejotização", que é uma maneira de evitar encargos trabalhistas e previdenciários.
O trabalhador, com medo de ficar desempregado, com a "faca" no pescoço, acaba aceitando as exigências do empregador, do seu patrão, que tem na pejotização um instrumento para simular uma relação de emprego fugindo da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
O Partido Democrático Trabalhista (PDT), que tem como principal bandeira o trabalhismo, não pode cruzar os braços diante desse movimento que visa tirar direitos dos trabalhadores. O problema é que tem muitas lideranças políticas da legenda que são empresários.
O PDT precisa ser mais contundente na defesa do trabalhador. Do contrário, uma inominável traição ao saudoso e inesquecível Leonel de Moura Brizola.
COLUNA WENSE, SÁBADO, 1 DE NOVEMBRO DE 2025.
(*) MARCO WENSE, advogado e articulista político itabunense, conhecido por sua coluna diária publicada em sites como *PÁGINA DE POLÍCIA e O SERVIDOR*. Seu estilo de escrita é marcado por:
• Linguagem acessível, mas com toques sofisticados (ex.: "nefasta", "abastados");
• Tom crítico, indignado e sarcástico, defendendo os direitos dos trabalhadores e atacando políticas elitistas;
• Posicionamento combativo e engajado, com forte apelo emocional e moral;
• Desconfiança em relação ao sistema político, criticando mordomias e defendendo a Constituição.
- Sua personalidade transparece idealista, apaixonada e defensora da justiça social, usando sua coluna como plataforma de denúncia.
Links da coluna:
(*) COLUNA WENSE circulando nos gabinetes dos deputados e senadores.
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