
A verdade é que o comando nacional do PDT, sob a batuta de Carlos Lupi, não fez nenhum esforço para evitar a desfiliação de Ciro Gomes.
O PDT, com a saída do mais ilustre filiado da legenda, fica sem nenhuma referência nacional. Como consequência, passa a ser um partido coadjuvante no processo eleitoral de 2026.
O PDT vai ficando mais petista do que pedetista, mais lulista do que brizolista. É uma sigla sem rumo ideológico, que tem o lulismo como uma "tábua de salvação" para sua sobrevivência política.
Como não bastasse a decepção com o PDT, Ciro tem pela frente a denúncia de que os incentivos fiscais recebidos pelo Jockey Club de São Paulo, dos governos federal e municipal, chegam a R$ 83,6 milhões.
E o que Ciro tem a ver com isso? Perguntaria o caro e atento leitor. A resposta, sem pestanejar, é um NADA com todas as letras maiúsculas.
Tudo bem se os valores destinados para restaurar o Jockey fossem aplicados corretamente. As investigações, no entanto, apontam que uma parte do dinheiro foi usada ilegalmente, pagando a restaurantes de luxo, hotéis 5 estrelas e até em sofisticadas confeitarias.
O problema é que uma significativa parcela desses valores foi direcionada a empresas e pessoas próximas de Marconi Perillo, presidente nacional do PSDB, novo abrigo partidário de Ciro Gomes, pré-candidato ao governo do Ceará.
O dirigente-mor do PSDB, que é conselheiro do Jockey, negou qualquer envolvimento no que pode se transformar em mais um escândalo com o dinheiro público na República Federativa do Brasil, o que não é nenhuma novidade.
Que a executiva nacional do PSDB esclareça ponto por ponto, não deixando nenhuma dúvida de que o partido não está envolvido com o "Caso Jockey".
PS - Pesa contra o tucano Marconi Perillo, ex-governador de Goiás, o fato de que foi ele quem indicou a empresa goiana Elysium para coordenar a restauração do Jockey de São Paulo, com toda liberdade para contratar os fornecedores.
COLUNA WENSE, SEGUNDA-FEIRA, 20.10.2025.
(*) MARCO WENSE, advogado e articulista político itabunense, conhecido por sua coluna diária publicada em sites como *PÁGINA DE POLÍCIA e O SERVIDOR*. Seu estilo de escrita é marcado por:
• Linguagem acessível, mas com toques sofisticados (ex.: "nefasta", "abastados");
• Tom crítico, indignado e sarcástico, defendendo os direitos dos trabalhadores e atacando políticas elitistas;
• Posicionamento combativo e engajado, com forte apelo emocional e moral;
• Desconfiança em relação ao sistema político, criticando mordomias e defendendo a Constituição.
- Sua personalidade transparece idealista, apaixonada e defensora da justiça social, usando sua coluna como plataforma de denúncia.
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