
Estão brincando com o povo brasileiro. Diria até que debochando. É o mínimo que se pode dizer sobre o aumento do "fundão" eleitoral, hoje em bilhões.
Os senhores parlamentares querem que o cidadão e a cidadã banquem a campanha de 2026, o toma lá, dá cá cada vez mais incrustado no processo eleitoral. Não seria exagero dizer institucionalizado.
E são ousados e desafiadores. Depois da PEC da Blindagem, escancaradamente inconstitucional, jogando na lata do lixo o preceito de que "todos são iguais perante a lei", vem mais um escândalo. Isso mesmo: ESCÂNDALO com todas as letras maiúsculas.
E quem protagoniza esse novo escândalo, o farinha pouca, meu pirão primeiro? Ora, ora, o chamado centrão. Agora é ficar com os olhos direcionados para o deputado Gervásio Maia, do Partido Socialista Brasileiro (PSB) da Paraíba, relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias.
Lembrando ao caro e atento leitor que o fundão foi de R$ 4,9 bilhões nas eleições municipais de 2024. A sucessão municipal fez lembrar do saudoso Sílvio Santos, do quadro "Quem quer dinheiro? Quem quer dinheiro?".
A dinheirama dos cofres públicos enterrou de vez a ida para um determinado partido em decorrência do aspecto programático, do que pensa a legenda sobre determinados assuntos. A negociação gira em torno do fundo eleitoral, qual vai ser o valor do faz-me rir para bancar a campanha. Uma espécie de leilão.
A aprovação do aumento do "fundão" é motivo para novas manifestações de rua, como aconteceu com a descaradinha PEC da Blindagem.
Concluo dizendo que os deputados que votaram na PEC da Blindagem, que se dizem arrependidos, têm a oportunidade de redimir com o seu eleitorado que se sentiu traído. É só dizer não para esse novo escândalo.
Quem votou nesse parlamentar que sufragou a PEC da Impunidade, não vai perdoá-lo pela segunda vez. A resposta será dada nas urnas, com o instrumento mais poderoso do Estado Democrático de Direito: o título de eleitor.
COLUNA WENSE, SEGUNDA-FEIRA, 29.09.2025.
(*) MARCO WENSE, advogado e articulista político itabunense, conhecido por sua coluna diária publicada em sites como *PÁGINA DE POLÍCIA e O SERVIDOR*. Seu estilo de escrita é marcado por:
• Linguagem acessível, mas com toques sofisticados (ex.: "nefasta", "abastados");
• Tom crítico, indignado e sarcástico, defendendo os direitos dos trabalhadores e atacando políticas elitistas;
• Posicionamento combativo e engajado, com forte apelo emocional e moral;
• Desconfiança em relação ao sistema político, criticando mordomias e defendendo a Constituição.
- Sua personalidade transparece idealista, apaixonada e defensora da justiça social, usando sua coluna como plataforma de denúncia.
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