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PASSOS DE ORGULHO: jovem se inspira no pai e entra para a Polícia Militar da Bahia
Na semana do Dia dos Pais, a SSP destaca o amor entre pais e filhos das Forças da Segurança que decidiram seguir a mesma profissão na proteção dos baianos.
01/09/2025 17h17 Atualizada há 6 meses
Por: Carlos Nascimento Fonte: Márcia Santana/ASCOM-SSP

Na semana do Dia dos Pais, a SSP destaca o amor entre pais e filhos das Forças da Segurança que decidiram seguir a mesma profissão na proteção dos baianos.

Na 3ª Turma de 2025 da Polícia Militar da Bahia, o jovem Nivaldo Júnior é um dos que estão integrando a corporação. Por trás de sua história, está a admiração pela profissão do pai, o subtenente Nivaldo dos Santos, que há 31 anos, na turma de 1994, traçava os mesmos passos hoje reproduzidos pelo filho.

Além de declarar o amor que sente pelo ofício, o subtenente contou que a paixão do filho teve origem ainda quando criança, quando fazia questão de levar o pequeno para conhecer o dia a dia do trabalho. “Por me ver exercendo a função, ele resolveu fazer o concurso. Eu tenho muito orgulho por ele estar dando segmento a essa trajetória”, afirmou.

“De vez em quando, eu levava ele na companhia e ele vibrava por me ver fardado. Quando eu deixava o uniforme em casa, ele sempre vestia, a gente tirava fotos. Tudo isso demonstrava a vontade dele de ser policial desde criança”, acrescentou.

Para Nivaldo Júnior, o sentimento também é de orgulho, por traçar o mesmo caminho da pessoa em que ele sempre se espelhou: “Eu tenho o meu pai como inspiração. Ele sempre me deu o exemplo de como é ser um policial militar, me mostrou o verdadeiro significado de servir, proteger e nunca retroceder diante das dificuldades. Me sinto lisonjeado de estar fazendo parte desta corporação. Espero ser um bom policial, assim como ele é”, declarou emocionado.

Ele ainda ressalta que a sua trajetória foi impulsionada pelos anos de estudo no Colégio da Polícia Militar, onde seu pai também trabalhou e sempre esteve presente para orientá-lo.

“Eu não tenho do que reclamar, sempre tive uma base boa, por conta do colégio. Mas o meu pai também sempre esteve ali por perto, me corrigindo, aconselhando e mesmo errando, tropeçando, ele estava ali para me dar total assistência”.

O subtenente Nivaldo não escondeu a alegria de atuar ao lado do filho. Mesmo perto da aposentadoria, ele ainda demonstra o vigor pela profissão: “Seria emocionante estar trabalhando junto ao meu filho, ter ele ao meu lado. Em breve estarei indo para a reserva, apesar de ter cumprido minha missão com excelência. São 31 anos servindo com muito amor. E enquanto estiver aqui, prometo ainda exercer com bastante compromisso”, finalizou.

(*) Márcia Santana/ASCOM-SSP

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