A Pesquisa divulgada na quinta-feira (31), pelo instituto Paraná Pesquisas, em parceria com o Bahia Notícias, para o governo do Estado, deixou a oposição eufórica.
A enquete aponta um favoritismo confortável para o grupo político de ACM Neto (União Brasil) e uma preocupação para o lulopetismo.
O ex-prefeito de Salvador, pré-candidato à sucessão do governador Jerônimo Rodrigues (PT-reeleição), tem uma frente de mais de 25 pontos percentuais sobre o chefe do Palácio de Ondina na estimulada: 53,5% versus 28,1%. Na espontânea, ACM Neto tem 21,4 % contra 11,4% de Jerônimo. Em um segundo turno, Neto tem 59,4%, Jerônimo 30,8%.
Outro detalhe que preocupa o PT é que João Roma (PL), na estimulada, tem 6,1%. Até as freiras do convento das Carmelitas sabem que o ex-ministro do então governo Bolsonaro não será candidato. Deve disputar o Senado.
Cerca de 80%, ou mais, dos eleitores que iriam votar em Roma, a maioria esmagadora bolsonarista, portanto antipetista, vão sufragar o nome de ACM Neto, aumentando assim a diferença para Jerônimo.
O que chamou atenção na estimulada, causando uma mistura de surpresa e decepção, foi a votação de Rui Costa quando Jerônimo fica de fora. O ministro da Casa Civil obteve 28%. Neto ficou com 53,3%. Lembrando ao caro e atento leitor que Rui Costa é tido como a melhor opção para evitar que o comando da Boa Terra passe para o oposicionismo.
Para o netismo, a baixa intenção de votos em Rui Costa fortalece o discurso de que a vontade de mudar vai se transformar no maior "cabo eleitoral" da eleição de ACM Neto.
Esse favoritismo de ACM Neto, detectado em todas as pesquisas, inclusive as encomendadas pelo governismo, vai frear à adesão de prefeitos e lideranças políticas à base aliada.
Concluo dizendo que o cenário da sucessão estadual vai ser formatado de acordo com as pesquisas de intenções de votos.
COLUNA WENSE, QUINTA-FEIRA, 31.07.2025.
(*) MARCO WENSE, advogado e articulista político itabunense, conhecido por sua coluna diária publicada em sites como *PÁGINA DE POLÍCIA e O SERVIDOR*. Seu estilo de escrita é marcado por:
• Linguagem acessível, mas com toques sofisticados (ex.: "nefasta", "abastados");
• Tom crítico, indignado e sarcástico, defendendo os direitos dos trabalhadores e atacando políticas elitistas;
• Posicionamento combativo e engajado, com forte apelo emocional e moral;
• Desconfiança em relação ao sistema político, criticando mordomias e defendendo a Constituição.
- Sua personalidade transparece idealista, apaixonada e defensora da justiça social, usando sua coluna como plataforma de denúncia.
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