Eu não concordo em cancelar um trabalhador honesto da esquerda, que quer ganhar seu pão honestamente, seja empreendedor ou CLT.
Mas também não concordo que os mesmos destilem seus venenos contra os da direita, empresários ou não, por conta das narrativas de seus líderes.
Entretanto, aquele que pratica seu ato deve arcar com as consequências dele.
Se a esquerda socialista/comunista venceu a eleição presidencial, então seus eleitores devem entender que o Brasil tem dois lados: o da esquerda e o da direita. Ou, como se diz: água e óleo não se misturam.
O empresário não vai poder ficar sem o operário, nem o operário vive sem o empresário. Terão que achar um meio-termo.
O empresário vai ter que contratar, mesmo sabendo que seu trabalhador é um funcionário com ideologia voltada à esquerda.
Por outro lado, o trabalhador tem que entender que o patrão tem uma visão diferente da do empregado.
Já os consumidores da direita podem boicotar comércios e lojas cujos empresários são adeptos da esquerda.
É uma lógica devastadora para as relações de consumo e negócios. A consequência é que um dos lados vai sofrer financeiramente mais que o outro. E vai quebrar.
Não falo do empreendedor que vai de bicicleta vender seu lanche nas portas das empresas. Esse, aos poucos, vai superar o descaso.
Mas o empreendedor que tem seu ramo voltado para os mais abastecidos financeiramente, que vende ou fornece serviços para os ricos, se for boicotado, fatalmente vai sofrer na pele sua escolha e sua aposta.
Como exemplo, viu-se um forte boicote ao restaurante de alta gastronomia JUJU, em SP, entre outros.
No final, esta guerra ideológica vai impactar a economia brasileira, que já sofre com uma das maiores taxas de impostos do mundo. E ainda vem mais, uma vez que se percebe a tendência de aumentos das taxas e da criação de novos impostos no País.
O Imposto sobre Valor Agregado (IVA), por exemplo, colocado da forma que está, vai, inegavelmente, retirar do empresário, seja de direita ou de esquerda, uma grande quantia de dinheiro que serviria para o fluxo de caixa. O baque nas finanças de muitas empresas será catastrófico.
O Brasil, que já acumula uma dívida de quase 12 TRILHÕES, vai afundar ainda mais no fosso da miséria, da pobreza, da fome e da criminalidade.
Ou o governo CORTA GASTOS IMEDIATAMENTE, ou vamos afundar numa crise sem precedentes na história do País.
Por Elias John Ivo.
Policial Civil e professor da Rede Pública Estadua.