"Na Coluna Wense, escrita pelo advogado e articulista político baiano Marco Wense, a crítica ao uso do nome de Deus em vão é um tema recorrente, direcionado especificamente à instrumentalização da fé no processo político brasileiro.
Wense costuma condenar o que chama de "lamaçal" da política, apontando como figuras de diferentes espectros partidários utilizam textos sagrados e discursos religiosos de forma hipócrita e oportunista para angariar votos ou justificar ações questionáveis.
O Livro Sagrado e a Política
O colunista frequentemente cita o Terceiro Mandamento ("Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão", Êxodo 20:7) para alertar que a fé não deve servir como escudo para desmandos políticos.
Banalização da Fé
Wense argumenta que misturar religião com disputas de poder degrada o verdadeiro sentido da espiritualidade, transformando o sagrado em uma ferramenta puramente eleitoreira.
Crítica ao Pragmatismo
Seus textos denunciam tanto o "bolsonarismo" quanto outros grupos políticos que se apropriam de pautas religiosas de maneira leviana.
Os artigos de Marco Wense são publicados diariamente no portal Página de Polícia e replicados por diversos blogs e jornais da região de Itabuna e de toda a Bahia".
Fonte: GOOGLE
.(COLUNA WENSE, SEGUNDA-FEIRA, 07.09.2026).
Sobre o autor:
(*) Marco Wense é advogado e articulista político itabunense, com coluna diária - COLUNA WENSE -, publicada no Página de Polícia e em diversos sites. Seus textos combinam linguagem acessível com rigor argumentativo, sempre marcados por um tom crítico, combativo e atento às questões sociais.
Atua na defesa dos direitos dos trabalhadores, denuncia privilégios e excessos do poder e cobra, de forma constante, o respeito à Constituição. Sua coluna tem forte repercussão regional e circulação nos meios políticos, alcançando inclusive gabinetes do Legislativo municipal, estadual e federal.