A sucessão presidencial de 2026 vai ficar na história da República Federativa do Brasil como a do "sujo falando do mal lavado". O lamaçal é grande.
O ditado popular recomendável é o "quem tem telhado de vidro não joga pedra no telhado do vizinho" ou, se o caro e atento leitor preferir, "macaco não olha para o próprio rabo".
O eleitor, que não gosta de votar em branco ou anular o voto, vai ter que escolher o candidato menos "fedorento", obviamente que falo do envolvimento com os escândalos.
Tem até eleitores, em tom de brincadeira, dizendo que vão votar usando um pregador de roupa no nariz. Que coisa, hein!
Até que ponto chegamos.
(Coluna Wense, sábado, 1 de agosto de 2026).
Sobre o autor:
(*) Marco Wense é advogado e articulista político itabunense, com coluna diária - COLUNA WENSE -, publicada no Página de Polícia e em diversos sites. Seus textos combinam linguagem acessível com rigor argumentativo, sempre marcados por um tom crítico, combativo e atento às questões sociais.
Atua na defesa dos direitos dos trabalhadores, denuncia privilégios e excessos do poder e cobra, de forma constante, o respeito à Constituição. Sua coluna tem forte repercussão regional e circulação nos meios políticos, alcançando inclusive gabinetes do Legislativo municipal, estadual e federal.