A manhã desta sexta-feira (12) foi marcada por diversas formações voltadas às equipes escolares. Os encontros, promovidos pela Secretaria Municipal de Educação (Smed), aconteceram no Centro de Formação Educacional Prof. Raymundo Vianna e reuniram professores, instrutores e coordenadores para discutir diferentes temas.
Uma das capacitações trouxe como foco a apresentação do projeto “VII Cirandando: Vivências na Educação Especial Inclusiva”, que será desenvolvido no próximo semestre. O objetivo é estimular a cultura inclusiva nas instituições, promovendo ações que contribuam para o fortalecimento dos vínculos entre os estudantes, os professores e as famílias.
Segundo a coordenadora da equipe de Educação Especial da Smed, Marizete França, o projeto traz a inclusão social para o centro das atenções, a partir de atividades lúdicas. “Estamos propondo diferentes ações, como rodas de conversa, palestras e atividades artísticas. Ao final do período letivo, teremos um momento especial com uma exposição que vai apresentar a toda a comunidade, o que nossos alunos produziram e o que aprenderam ao longo do tempo”.
Para a professora Fabiana Patez, da Escola Municipal Antônia Cavalcanti da Silva, atividades como essa são essenciais para a conscientização da sociedade como um todo. “Ao longo dos últimos anos, a gente vem percebendo o aumento do número de crianças com deficiência, então é preciso formar cidadãos conscientes e que respeitem as diferenças”.
Os professores das turmas do 1º ao 5º ano das escolas nucleadas de tempo integral também participaram de uma formação especial nesta sexta.
“O objetivo é aprimorar a gestão pedagógica, tanto com práticas antirracistas, que favoreçam o processo de alfabetização e a recomposição da aprendizagem, quanto com orientações no que se refere às rotinas das escolas em tempo integral e, assim, capacitar o professor para desenvolver atividades efetivas dentro da sala de aula”, afirmou Isa Maria de Novais, coordenadora da equipe de formação dos anos iniciais da Smed.
Já Betânia Silva participou de uma oficina voltada aos monitores de Língua Portuguesa das escolas de tempo integral. “Essas formações são muito importantes. É uma oportunidade de trocar experiências e aprender coisas novas para o nosso dia a dia. A gente volta para a escola com mais conhecimento, mais ideias e mais preparada”.