O óbvio ululante é dizer que a sucessão municipal de 2028 passa pelos resultados do pleito de 2026, mais especificamente para à Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados. Tem um teto de votos que coloca tal candidato como potencial prefeiturável.
Quem tem pretensão pelo cargo mais cobiçado do Poder Executivo municipal, tem que sair da disputa com uma boa votação. No caso de Itabuna, não menos de 10 mil sufrágios. Por enquanto, pelas pesquisas, só Andrea Castro (PSD) e o deputado estadual Fabrício Pancadinha (PDT).
Como à candidatura da primeira-dama está descartada, Pancadinha caminha para ser um prefeiturável, tentando pela segunda vez o comando do centro administrativo Firmino Alves.
(Coluna Wense, domingo, 7 de junho de 2026).
Sobre o autor:
(*) Marco Wense é advogado e articulista político itabunense, com coluna diária - COLUNA WENSE -, publicada no Página de Polícia e em diversos sites. Seus textos combinam linguagem acessível com rigor argumentativo, sempre marcados por um tom crítico, combativo e atento às questões sociais.
Atua na defesa dos direitos dos trabalhadores, denuncia privilégios e excessos do poder e cobra, de forma constante, o respeito à Constituição. Sua coluna tem forte repercussão regional e circulação nos meios políticos, alcançando inclusive gabinetes do Legislativo municipal, estadual e federal.
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