O caminho é o corpo a corpo, o contato pessoal com o eleitor. Estou me referindo aos pré-candidatos, seja para deputado estadual ou federal, que não tem recursos para impulsionar a campanha.
São três situações:
1) a própria condição financeira.
2) ser filiado a um partido que não tem dinheiro do fundo eleitoral. Ou tem pouco.
3) discriminação na legenda, tratamento desigual em relação aos outros pré-candidatos.
Na hora da onça beber água, com a proximidade da eleição, o tratamento desigual vem à tona. De um lado ficam os privilegiados. Do outro, os escanteados.
É assim que a banda toca, como diz a expressão popular. Só quem pode dançar são os apadrinhados da cúpula partidária.
No "salão dos privilegiados" só entra quem tem a pulseirinha ou o crachá.
COLUNA WENSE, SÁBADO, 30.05.2026.
Sobre o autor:
(*) Marco Wense é advogado e articulista político itabunense, com coluna diária - COLUNA WENSE -, publicada no Página de Polícia e em diversos sites. Seus textos combinam linguagem acessível com rigor argumentativo, sempre marcados por um tom crítico, combativo e atento às questões sociais.
Atua na defesa dos direitos dos trabalhadores, denuncia privilégios e excessos do poder e cobra, de forma constante, o respeito à Constituição. Sua coluna tem forte repercussão regional e circulação nos meios políticos, alcançando inclusive gabinetes do Legislativo municipal, estadual e federal.
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