A luta para conquistar o poder, quase sempre assentada no vale-tudo, no ensinamento maquiavélico de que os fins justificam os meios, faz até filho insinuar que o pai é ignorante.
O slogan "o Bolsonaro que tomou a vacina", se referindo ao senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho primogênito do ex-morador do Alvorada, é a prova de que não se faz mais filho como antigamente.
Flávio se junta aos que chamaram o então presidente Jair Messias Bolsonaro de "negacionista", inimigo da ciência. Lembrando que milhares de pessoas morreram pela covid-19 porque seguiram o negacionismo do líder do bolsonarismo, considerado como "mito".
Outro ponto é que Flávio Bolsonaro precisa dizer se confia ou não nas urnas eletrônicas. E aí cabe uma pertinente e oportuna pergunta: vai aceitar o resultado do pleito se for derrotado?
Concluo dizendo que Flávio Bolsonaro quer distância do provérbio popular "tal pai, tal filho" e do ditado "filho de peixe, peixinho é".
COLUNA WENSE, SEXTA-FEIRA, 17.04.2026.
Sobre o autor:
(*) Marco Wense é advogado e articulista político itabunense, com coluna diária - COLUNA WENSE -, publicada no Página de Polícia e em diversos sites. Seus textos combinam linguagem acessível com rigor argumentativo, sempre marcados por um tom crítico, combativo e atento às questões sociais.
Atua na defesa dos direitos dos trabalhadores, denuncia privilégios e excessos do poder e cobra, de forma constante, o respeito à Constituição. Sua coluna tem forte repercussão regional e circulação nos meios políticos, alcançando inclusive gabinetes do Legislativo municipal, estadual e federal.
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