O senador-presidenciável Flávio Bolsonaro começa a atirar no próprio pé, o que não é nenhuma novidade. "Peixe morre pela boca", diz o ditado popular. Está agora comparando o pai Bolsonaro a Donald Trump, como se essa comparação fosse algo vantajoso para sua candidatura à Presidência da República.
O puxa-saquismo do filho primogênito do ex-morador do Alvorada com Trump chega a ser nojento. Tem o cheiro daquilo que o gato esconde na areia. Em razão dessa bajulação, muitos eleitores que estavam dispostos a votar nele, mais especificamente os que moram nos Estados Unidos, já estão fazendo uma reflexão.
O vídeo acima mostra que o tiro do puxa-saquismo pode sair pela culatra
(Coluna Wense, 29 março de 2026).
Sobre o autor:
(*) Marco Wense é advogado e articulista político itabunense, com coluna diária - COLUNA WENSE -, publicada no Página de Polícia e em diversos sites. Seus textos combinam linguagem acessível com rigor argumentativo, sempre marcados por um tom crítico, combativo e atento às questões sociais.
Atua na defesa dos direitos dos trabalhadores, denuncia privilégios e excessos do poder e cobra, de forma constante, o respeito à Constituição. Sua coluna tem forte repercussão regional e circulação nos meios políticos, alcançando inclusive gabinetes do Legislativo municipal, estadual e federal.
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